Sequência didática de História para o Ensino Médio sobre territorialidades culturais, econômicas, ambientais, políticas e sociais, com foco no Brasil contemporâneo e nas culturas juvenis. Ao final, o aluno analisa como grupos diferentes produzem e disputam espaços no bairro, na cidade, no campo e na internet.
Analisar a produção de diferentes territorialidades em suas dimensões culturais, econômicas, ambientais, políticas e sociais, no Brasil e no mundo contemporâneo, com destaque para as culturas juvenis.
Ciências Humanas e Sociais
A sequência, aula a aula
1
O que é territorialidade
50 min
A turma vai diferenciar território, espaço e territorialidade a partir de exemplos do cotidiano. A aula termina com uma leitura guiada de situações concretas do bairro, da escola e do transporte.
Objetivos
Distinguir território, espaço e territorialidade a partir de exemplos do cotidiano.Compreender
Reconhecer que um mesmo lugar pode ter usos e sentidos diferentes para grupos distintos.Analisar
Identificar territorialidades presentes na escola, no bairro e na cidade.Aplicar
2
Territórios do bairro e da cidade
50 min
A turma analisa como comércio, transporte, lazer e segurança criam territorialidades diferentes no espaço urbano. O foco é perceber disputas e usos no bairro e na cidade brasileira.
Objetivos
Analisar como o espaço urbano é usado de maneiras diferentes por grupos sociais.Analisar
Relacionar territorialidade com comércio, transporte, lazer e segurança.Compreender
Localizar exemplos de disputa e convivência no bairro ou na cidade.Aplicar
3
Territorialidades no campo e no trabalho
50 min
A aula mostra como o campo brasileiro também é território de disputa entre agronegócio, agricultura familiar, povos tradicionais e movimentos sociais. Os alunos comparam essa realidade com a cidade.
Objetivos
Comparar territorialidades do agronegócio, da agricultura familiar e de povos tradicionais.Analisar
Reconhecer conflitos por terra, água e trabalho no campo brasileiro.Compreender
Relacionar produção de alimentos com usos e disputas do território.Aplicar
4
Culturas juvenis e território
50 min
Os alunos analisam como funk, skate, rap, batalha de rima, igreja, torcida e internet criam territorialidades juvenis. A aula articula cultura, identidade, conflito e pertencimento.
Objetivos
Analisar culturas juvenis como formas de produção de territorialidade.Analisar
Reconhecer conflitos e disputas em torno do uso do espaço por jovens.Compreender
Relacionar práticas culturais da juventude com identidade, pertencimento e circulação.Aplicar
5
Mapa das territorialidades da turma
50 min
A turma reúne o que aprendeu para produzir um mapa-síntese das territorialidades do bairro, da cidade, do campo e das culturas juvenis. A aula fecha com socialização e autoavaliação.
Objetivos
Sintetizar diferentes territorialidades estudadas nas aulas anteriores.Criar
Explicar relações entre uso do espaço, identidade e poder.Analisar
Produzir um mapa-síntese ou cartaz com exemplos concretos do cotidiano.Aplicar
O que vem no plano completo
21etapas de metodologia, com o minuto de cada uma
5textos de leitura prontos para o aluno
15recursos listados por aula
15critérios de avaliação com peso
Questões deste tema
Do banco do GeraProva, com gabarito.
1Difícil
Compare a atuação dos movimentos sociais por terra e por teto no Brasil.
AAmbos visam reforma agrária.
BAmbos atuam em áreas urbanas.
CAmbos lutam por direitos sociais diferentes.
DAmbos são voltados para a produção agrícola.
EAmbos são movimentos de classe média.
2Média
Identifique um movimento social que atua na luta por moradia no Brasil.
AMovimento dos Trabalhadores Sem Teto
BMovimento dos Sem Terra
CMovimento de Direitos Humanos
DMovimento Ambientalista
EMovimento da Cidadania
3Difícil
Compare as lutas dos movimentos sociais por terra e por teto no Brasil.
AAmbos visam apenas a melhoria de condições de vida
BA luta por terra é mais antiga que a luta por teto
CAmbos são focados apenas em áreas urbanas
DAmbos têm o mesmo impacto político
EA luta por teto é mais organizada que a luta por terra
4Difícil
Um levantamento sobre movimentos de moradia no Brasil analisou 200 ações realizadas entre 2018 e 2022 em diferentes capitais. As iniciativas foram classificadas segundo sua estratégia predominante: ocupação organizada de terrenos ou prédios ociosos (46%), negociação com proprietários e órgãos públicos (22%), ações judiciais (14%), manifestações públicas (11%) e campanhas digitais (7%). O relatório observa que essas estratégias podem aparecer combinadas, mas registra como predominante aquela presente na maior parte das ações analisadas.
Com base nos dados do levantamento, qual foi a principal estratégia utilizada pelos movimentos de moradia no período analisado?
AManifestações públicas para pressionar autoridades
BNegociação direta com proprietários e órgãos públicos
COcupação organizada de terrenos e prédios ociosos
DAções judiciais para garantir o acesso à moradia
ECampanhas digitais para divulgar reivindicações habitacionais
5Difícil
Discuta a importância do Movimento Nacional de Luta pela Moradia em relação ao direito à cidade.
AEle não é relevante para a cidade.
BPromove a especulação imobiliária.
CDefende o direito à moradia digna.
DIgnora as necessidades das comunidades.
EAumenta os conflitos urbanos.
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