Atividades de Territorialidades Culturais e Econômicas para a 1ª série do Ensino Médio com gabarito
Reuni questões de Geografia para trabalhar territorialidades culturais e econômicas na 1ª série do Ensino Médio. Confira o gabarito comentado e ideias práticas para explorar conflitos, memória e usos do território.
Quem ensina Geografia no Ensino Médio sabe que Territorialidades Culturais e Econômicas é um daqueles temas que parecem simples até o aluno precisar explicar, com suas próprias palavras, por que uma comunidade cuida de um pedaço de mata e outra quer transformá-lo em pasto ou em pousada. Na prática da sala de aula, o assunto só ganha sentido quando sai do livro e encosta na vida real dos alunos: a feira do bairro, a festa da vila, o terreno que virou estacionamento.
Por isso, neste post, eu organizo o que costuma funcionar com turmas de 1ª série: o conceito explicado de forma direta, os tropeços mais frequentes, algumas ideias de aplicação e oito questões no formato da prova, com gabarito comentado. Se você precisa de material pronto para amanhã, pode usar tudo isso direto ou adaptar ao seu jeito de dar aula.
O que o aluno de 1ª série precisa saber sobre Territorialidades Culturais e Econômicas
Território, no sentido que interessa à Geografia escolar, não é apenas uma área no mapa. É um espaço apropriado por um grupo, com regras, usos e significados próprios. A territorialidade é o conjunto de relações que produz esse território: quem usa, como usa, para quê e quem decide. Quando falamos em dimensão cultural, pensamos em festas, saberes, rituais e modos de fazer que dão identidade a um lugar. Na dimensão econômica, pensamos na forma como esse mesmo espaço gera renda, sustenta atividades e atrai interesses. Na prática, as duas dimensões quase sempre aparecem juntas: a pesca artesanal é ao mesmo tempo sustento e tradição, e o turismo pode valorizar uma festa e, ao mesmo tempo, expulsar quem a organizava.
O ponto que mais ajuda o aluno é perceber que uma mesma área pode ter territorialidades diferentes ao mesmo tempo. Um manguezal é espaço de coleta para uma comunidade, de lazer para visitantes e de interesse para um empreendimento imobiliário. Ensinar isso é ensinar a olhar o espaço como disputa e como construção social.
O que ele precisa saber antes
Antes de entrar em territorialidades culturais e econômicas, o aluno precisa dominar dois pontos que aparecem como base nas questões de referência: território e territorialidade, e a noção de saberes e práticas culturais. Sem clareza sobre o que é apropriação do espaço, a leitura de qualquer texto sobre conflito de uso da terra fica superficial. Também ajuda muito ter alguma familiaridade com sustentabilidade ambiental e com os direitos das comunidades tradicionais, porque é isso que costuma aparecer nos enunciados.
Onde os alunos mais erram
O erro que mais vejo é o aluno escolher a alternativa que menciona um benefício verdadeiro do texto, mas que não responde à pergunta. Quando a questão pede a dimensão que preserva tradições e saberes locais, muitos marcam a alternativa sobre segurança alimentar ou renda, porque o texto também fala disso. O raciocínio certo é separar o que o texto diz de passagem do que ele destaca como função principal da prática.
Outro tropeço comum é confundir interesse econômico com direito cultural ou ambiental. Em um conflito pelo uso da mata, é tentador achar que a empresa que comprou fazendas tem o mesmo peso que a comunidade que usa a área há décadas. A pergunta que resolve isso é: quem depende do espaço para viver e manter sua cultura, e quem busca apenas lucro com ele?
Há ainda a armadilha de achar que duas atividades iguais já formam territorialidades distintas. Dois resorts na mesma praia não representam dois territórios diferentes; uma comunidade pesqueira e um resort, sim, porque reúnem grupos com interesses e formas de uso diferentes no mesmo espaço. Por fim, muitos alunos escolhem respostas que privilegiam só o cultural ou só o econômico, quando a questão pede justamente a conciliação entre os dois.
Como trabalhar em sala
- Mapa afetivo da turma: peça que os alunos desenhem o bairro ou a comunidade onde moram, marcando usos tradicionais (festas, feiras, pontos de encontro) e usos econômicos (comércio, serviços). Depois, comparem os mapas e discutam onde as duas coisas se sobrepõem.
- Leitura de notícia local: escolha uma reportagem sobre uma obra, um projeto de turismo ou uma regra nova para o comércio de rua. Peça que identifiquem quem ganha e quem perde com a mudança.
- Debate em grupos com papéis: cada grupo assume a posição de moradores antigos, comerciantes, poder público ou ambientalistas diante de um mesmo projeto de revitalização. Ao final, pergunte qual solução concilia cultura e economia e por quê.
- Comparação de textos curtos: monte duas situações, uma de extrativismo comunitário e outra de apropriação privada, e peça que os alunos listem semelhanças e diferenças nas formas de usar o mesmo tipo de recurso.
Essas atividades não exigem material caro, só quadro, folha impressa ou o celular da própria turma.
Questões prontas de Territorialidades Culturais e Econômicas para a 1ª série do Ensino Médio (com gabarito comentado)
As questões abaixo seguem o padrão de prova e vêm com o gabarito explicado alternativa por alternativa, para você usar como estão ou adaptar. Se quiser ver outras questões dessa habilidade, acesse as questões da habilidade EM13CHS205.
Questão 1: dimensão de territorialidade que preserva saberes locais
Folhas verdes escapam entre as tábuas do terraço de um conjunto habitacional na periferia de Belém. Moradores instalaram caixas com terra para cultivar mandioca, milho e variedades de feijão trazidas por seus avós de comunidades ribeirinhas. O projeto coletivo visa alimentar famílias, fortalecer vínculos e resgatar tradições locais. Enquanto as plantas crescem, registros fotográficos e rodas de conversa fazem circular saberes sobre os ciclos da lua e rituais de semeadura. A iniciativa também atrai atenção de pesquisadores interessados em iniciativas urbanas de agricultura que articulam perspectivas sociais, econômicas, políticas e ambientais.
Analise o texto-base e identifique qual dimensão de territorialidade evidenciada pela prática descrita contribui principalmente para a preservação de tradições e saberes locais?
- ✅ A) Estímulo à interação comunitária e compartilhamento de saberes — A prática reúne os moradores e cria oportunidades para transmitir conhecimentos ligados ao cultivo e às tradições locais. Essa dimensão comunitária contribui diretamente para manter esses saberes.
- ❌ B) Reivindicação de autonomia e reconhecimento formal do território — O texto não apresenta reivindicações de autonomia nem busca de reconhecimento formal do território. A iniciativa descrita é voltada ao cultivo coletivo e à circulação de saberes.
- ❌ C) Promoção da segurança alimentar e geração de renda local — O texto menciona o cultivo para alimentar as famílias, mas não informa que a iniciativa gera renda. Além disso, a questão pede a dimensão que preserva tradições e saberes.
- ❌ D) Modernização dos cultivos por técnicas agrícolas mecanizadas — O texto não menciona mecanização ou modernização dos cultivos. A prática descrita se associa à continuidade de saberes locais, não à adoção de técnicas mecanizadas.
- ❌ E) Redução do impacto ambiental por meio da cobertura vegetal — O texto descreve o cultivo de plantas, mas não relaciona a cobertura vegetal à redução de impactos ambientais nem apresenta essa como a contribuição principal para preservar tradições.
Questão 2: conflito pelo uso da mata
Moradoras de uma comunidade rural organizam, há décadas, a coleta de frutos em uma área de mata usada também para obter plantas medicinais e realizar festas locais. A retirada é feita em períodos combinados entre as famílias, para não comprometer a regeneração das espécies. Recentemente, uma empresa comprou fazendas vizinhas e cercou parte da mata para ampliar a criação de gado. Com isso, os caminhos tradicionais foram bloqueados e a coleta passou a ser impedida. As moradoras reivindicam acesso à área e participação nas decisões sobre seu uso, afirmando que a mata garante renda, alimentação e práticas culturais da comunidade.
Analise a situação descrita e identifique a interpretação que explica o conflito pelo uso da mata.
- ❌ A) A disputa entre uma territorialidade turística de visitação e uma atividade industrial de mineração. — Erro de generalização: o texto não menciona turismo, mineração ou atividade industrial, mas extrativismo comunitário e pecuária.
- ✅ B) A disputa entre uma territorialidade coletiva de uso comum e uma apropriação privada voltada ao lucro. — Correta. A comunidade atribui à mata funções econômicas, culturais e ambientais, enquanto a empresa restringe o acesso para seu uso privado.
- ❌ C) A disputa entre uma territorialidade nacional de fronteira e uma circulação internacional de mercadorias. — Erro de escala geográfica: o conflito ocorre no uso local da mata, sem relação com fronteiras nacionais ou comércio internacional.
- ❌ D) A disputa entre uma territorialidade estatal de preservação e uma exploração ilegal de recursos. — Erro de atribuição política: não há criação de unidade estatal nem atividade ilegal; há conflito entre comunidade e empresa privada.
- ❌ E) A disputa entre uma territorialidade urbana de moradia e uma ocupação rural voltada ao lazer. — Erro de classificação espacial: o texto trata de atividades rurais de coleta e pecuária, não de expansão urbana ou lazer.
Questão 3: consequência simbólica da renomeação de ruas
Qual é uma consequência simbólica imediata da renomeação de ruas por autoridades após eventos políticos (por exemplo, durante o século XX)?
- ❌ A) Implementar um registro imutável da história. — A renomeação não torna a história imutável; as interpretações do passado podem mudar e ser debatidas.
- ❌ B) Encerrar o debate sobre a identidade cultural. — A mudança dos nomes pode participar de disputas sobre identidade, mas não encerra necessariamente o debate cultural.
- ❌ C) Manter os nomes anteriores como referências oficiais, sem alterar a identificação cotidiana dos lugares. — A renomeação não garante que os nomes anteriores permaneçam oficiais nem que a identificação cotidiana fique inalterada.
- ❌ D) Sinalizar a extinção da história local. — A alteração dos nomes não extingue a história local, que pode continuar registrada e lembrada por outros meios.
- ✅ E) Reconfiguração da memória pública que legitima narrativas oficiais e redefine identidades locais. — A mudança dos nomes das ruas pode valorizar certas narrativas sobre o passado e influenciar a forma como a população reconhece a identidade dos lugares.
Questão 4: territorialidades distintas no mesmo ambiente
Pergunta retórica: como dois usos econômicos distintos podem se sobrepor no espaço marinho? Em um trecho do litoral nordestino, vivem 200 famílias de pescadores artesanais que lançam redes a poucos metros de resorts de luxo, onde turistas praticam mergulho recreativo. Enquanto o governo estabelece normas ambientais para proteger corais, as comunidades tradicionais e o setor hoteleiro reivindicam acesso às mesmas enseadas, gerando conflitos por espaço, recursos e regras de uso.
Analise o texto-base e identifique a situação que ilustra, por analogia, a produção de territorialidades distintas em um mesmo ambiente natural?
- ❌ A) Presença de duas normas ambientais para proteger corais na mesma enseada — A alternativa trata de normas com a mesma finalidade, não da coexistência de usos distintos do ambiente.
- ❌ B) Presença de dois resorts de luxo na mesma faixa litorânea — A alternativa apresenta dois empreendimentos do mesmo tipo, e não usos distintos do espaço.
- ✅ C) Presença de comunidade caiçara e resort de luxo na mesma faixa litorânea — A situação reúne usos e interesses distintos no mesmo espaço litorâneo, como ocorre no texto-base entre a pesca artesanal e o turismo.
- ❌ D) Presença de duas áreas de mergulho recreativo na mesma enseada — A alternativa apresenta o mesmo uso recreativo em duas áreas, sem indicar territorialidades distintas.
- ❌ E) Presença de duas comunidades caiçaras na mesma faixa litorânea — A alternativa indica comunidades do mesmo tipo e não contrapõe usos econômicos distintos.
Questão 5: dimensão territorial priorizada pelo turismo ecológico
Manchete fictícia: Comunidade quilombola na costa sul do Brasil desenvolve projeto de turismo ecológico voltado à preservação dos manguezais locais. Moradores oferecem passeios guiados pelos canais de água salgada, detalham práticas tradicionais de coleta de frutos do mangue e organizam oficinas de confecção de artesanato com fibra de palmeira. Parte da renda obtida é investida no plantio de mudas e na instalação de placa informativa sobre a fauna característica, convidando visitantes a colaborar com mutirões de reflorestamento.
Analise o texto-base e identifique qual dimensão territorial é priorizada pelo projeto de turismo ecológico na comunidade quilombola.
- ✅ A) Promoção ambiental através da preservação e reflorestamento — O projeto centra-se na restauração dos manguezais e conservação da fauna, caracterizando dimensão ambiental.
- ❌ B) Coesão social por meio da participação comunitária — A participação comunitária apoia a iniciativa, mas o objetivo principal é ambiental.
- ❌ C) Valorização cultural das práticas tradicionais — Destaca apenas o aspecto cultural, mas o texto enfatiza preservação ambiental.
- ❌ D) Articulação política com órgãos governamentais — Não há referência a ações políticas ou parcerias institucionais.
- ❌ E) Fomento econômico por meio do artesanato — Embora mencione renda, o foco maior é na conservação e reflorestamento.
Questão 6: prática que articula economia e meio ambiente
Entre igarapés e castanheiras, a comunidade de São Lourenço, em reserva extrativista na Amazônia, organiza atividades coletivas. Pela manhã, mulheres coletam castanhas de forma criteriosa, garantindo a regeneração das árvores. À tarde, jovens embalam os frutos em pequenas indústrias artesanais e os vendem em feiras agroextrativistas. Nas assembleias mensais, moradores discutem normas de manejo, limitam a quantidade coletada e destinam parte da renda para ações de preservação dos igarapés. Essas práticas combinam cuidado ambiental com geração de renda local, reforçando vínculos sociais e fortalecendo o senso de pertencimento a esse território.
Analise o texto-base e identifique qual prática representa a articulação das dimensões econômica e ambiental na produção territorial da comunidade.
- ❌ A) Construção de estradas para escoamento de produtos até mercados urbanos — Facilita o comércio (econômico), mas causa impacto ambiental e não prevê práticas sustentáveis.
- ❌ B) Implementação de sistemas de irrigação para expansão de cultivos agrícolas — Reflete inovação ambiental e produção agrícola, mas não envolve o extrativismo de castanhas nem gera identidade territorial extrativista.
- ❌ C) Organização de assembleias mensais para deliberar normas internas — Reforça dimensão social e política, mas não articula diretamente economia e meio ambiente.
- ✅ D) Comercialização de castanhas com regras de manejo sustentável — A venda das castanhas com manejo criterioso une geração de renda (econômica) e conservação das árvores (ambiental).
- ❌ E) Promoção de feiras agroextrativistas para divulgar a cultura local — Valoriza aspectos culturais e econômicos, porém não destaca cuidados ambientais.
Questão 7: medida que concilia cultura e economia
Dados ilustrativos: Em uma vila costeira do Loro Grande, no Nordeste brasileiro, moradores mantêm a pesca artesanal como principal atividade econômica e preservam festivais de maracatu que reforçam sua identidade cultural. Nos últimos cinco anos, a instalação de pousadas e restaurantes para turistas transformou áreas antes usadas para estocagem de redes em estacionamentos e cafés. Parte da comunidade reclama da perda de espaços de convivência onde ocorriam rodas de coco e oficinas de construção de barcos. Ambientalistas destacam o risco ao manguezal pela expansão de calçadas e estacionamentos.
Analise o texto-base e identifique a medida que concilia efetivamente dimensões culturais e econômicas na produção de territorialidade local?
- ❌ A) Restringir totalmente o acesso de veículos ao centro da vila — Melhora o convívio e ambiente, mas prejudica turismo e economia sem integrar cultura local.
- ✅ B) Criar museu comunitário de maracatu e cooperativa de artesanato pesqueiro — Integra valor cultural (festival de maracatu) e sustenta renda local via cooperativa, conciliando economia e identidade.
- ❌ C) Instituir área de proteção marinha com proibição total de turistas — Foca apenas no ambiental e restrição, sem valorizar identidade cultural ou economia local.
- ❌ D) Privatizar áreas de estocagem para uso de empresas hoteleiras — Atende a interesses privados, amplia turismo, mas exclui comunidade pesqueira e cultural.
- ❌ E) Conceder incentivos fiscais a pousadas sem articular com a comunidade pesqueira — Estimula economia turística, mas desconsidera atividades culturais e sociais tradicionais.
Questão 8: reordenamento urbano por valorização imobiliária
— Quando cheguei aqui, essa rua tinha pensoes baratas, oficinas e gente vendendo comida na calcada. Agora a prefeitura chama de “Circuito Cultural”, contou uma moradora antiga ao ver operarios instalando cameras e novas placas turisticas.
Pelo projeto, as calcadas foram alargadas, a iluminacao reforcada e alguns predios receberam incentivos para virar bares, galerias e hospedagens. Ao mesmo tempo, ambulantes passaram a precisar de licenca limitada, e uma nova regra proibiu “ocupacao prolongada” de certos trechos. Em poucos meses, o aluguel subiu e varios inquilinos se mudaram para bairros mais distantes. Comerciantes comemoram o aumento de visitantes; antigos frequentadores dizem que “a rua ficou para poucos”.
Analise o texto e identifique a interpretacao que, por analogia com reformas urbanas de “embelezamento” do inicio do seculo XX, explica a territorialidade que esta sendo produzida.
- ❌ A) Modernizacao dos servicos urbanos, melhorando a infraestrutura sem alterar os grupos sociais que usam a rua. — Considera as obras apenas uma melhoria de infraestrutura e desconsidera seus efeitos sobre os grupos sociais. O aumento dos aluguéis, a saída de inquilinos e as restrições aos ambulantes mostram que o uso da rua e seus usuários mudaram.
- ❌ B) Distribuicao igualitaria de moradia por desapropriacao e acesso universal, reduzindo o preco dos alugeis no centro. — Interpreta a intervenção como uma política de acesso igualitário à moradia. Porém, o texto informa que os aluguéis subiram e que inquilinos se mudaram.
- ❌ C) Abertura irrestrita do espaco publico, ampliando a permanencia de ambulantes e reduzindo a vigilancia sobre a rua. — Supõe que a intervenção ampliou a liberdade de uso da rua. O texto, ao contrário, relata licenças limitadas para ambulantes e instalação de câmeras.
- ❌ D) Substituicao da autoridade municipal por autogestao comunitaria, sem regulacao do comercio e da circulacao na rua. — Atribui a organização da rua à comunidade e afirma que não há regulação. O texto cita regras municipais para o comércio e a circulação.
- ✅ E) Selecao de usos e moradores por normas e valorizacao imobiliaria, reordenando o centro para consumo e turismo. — As regras para o uso das calçadas e a valorização dos imóveis favorecem atividades voltadas a visitantes e consumidores, enquanto moradores e usos anteriores perdem espaço.
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Este material foi preparado para apoiar o seu planejamento e não substitui o seu olhar de professor sobre a turma. Ajuste as questões ao seu contexto, revise os textos-base com os seus alunos e use o gabarito como ponto de partida para a discussão em sala.
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Fontes
- Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Ministério da Educação: basenacionalcomum.mec.gov.br
- Questões do acervo GeraProva sobre Territorialidades Culturais e Econômicas, com resolução comentada e análise de cada alternativa.
