Atividades de Física Quântica (Efeito Fotoelétrico, Dualidade) para a 1ª série do Ensino Médio com gabarito
Reuni atividades com gabarito comentado para trabalhar energia dos fótons, efeito fotoelétrico e cálculos de radiação na 1ª série. As questões também permitem discutir habilidades de Física e Astronomia.
Quem leciona Física para a 1ª série do Ensino Médio sabe que Física Quântica costuma chegar como o capítulo mais temido do ano. Os alunos chegam com pouca base em ondas e energia, e de repente precisam lidar com fótons, frequência e função trabalho. Eu mesmo já passei pela situação de ver a turma travar na primeira conta de energia do fóton e, a partir daí, perder o fio do efeito fotoelétrico inteiro.
Por isso organizei aqui um conjunto de atividades de Física Quântica (Efeito Fotoelétrico, Dualidade) para a 1ª série, com gabarito comentado e explicação do raciocínio por trás de cada alternativa. A ideia é que você consiga usar o material direto na aula ou na prova, sem precisar reescrever nada.
O que o aluno de 1ª série precisa saber sobre Física Quântica (Efeito Fotoelétrico, Dualidade)
Física Quântica (Efeito Fotoelétrico, Dualidade) trata da forma como a luz e a matéria trocam energia em quantidades discretas. No efeito fotoelétrico, um metal só libera elétrons quando o fóton incidente tem energia suficiente para superar a função trabalho do material. A energia de cada fóton depende da frequência da radiação, pela relação E = h·f, e não da intensidade da luz. Já a dualidade onda-partícula mostra que a luz se comporta ora como onda, ora como partícula, conforme o tipo de experimento. Para a série, o essencial é entender que mais brilho não significa mais energia por fóton, e que a comparação entre a energia do fóton e a função trabalho decide se haverá emissão de elétrons. Essa é a ideia que sustenta quase todas as questões do conjunto.
O que ele precisa saber antes
Antes de chegar ao efeito fotoelétrico, o aluno precisa dominar três pontos: o cálculo da energia do fóton, a relação entre frequência e comprimento de onda da luz e a leitura de potências de dez em notação científica. Quando essa base falta, a questão deixa de ser sobre física quântica e vira um problema de contas. Vale revisar a relação c = λ·f antes de propor qualquer exercício de energia de fótons.
Onde os alunos mais erram
O erro mais recorrente aparece nas questões de energia do fóton: o aluno usa corretamente a fórmula, mas erra a conversão de unidades ou inverte a relação entre frequência e comprimento de onda. Em várias questões do conjunto, o distrator mais provável é o que resulta de uma operação numérica levemente errada, com o expoente deslocado em uma ordem de grandeza. Outro tropeço clássico é comparar a energia do fóton com a função trabalho de forma invertida, concluindo que não há emissão quando na verdade há. Também é comum confundir a energia em joules com a energia em elétron-volt, principalmente quando o enunciado troca de unidade no meio do caminho. Ao corrigir, peça que o aluno escreva a unidade em cada passo; isso costuma revelar onde o raciocínio saiu do trilho.
Como trabalhar em sala
Algumas ideias que funcionam bem com turmas de 1ª série e não exigem material caro:
- Comece com uma conta simples de E = h·f e depois avance para a comparação com a função trabalho, em vez de começar pela questão completa.
- Use uma lanterna comum e um pedaço de papel alumínio para discutir por que a intensidade não basta para arrancar elétrons: é a cor da luz que decide.
- Peça que a turma explique em voz alta, em duplas, por que a energia do fóton deve superar a função trabalho. Quem explica o porquê erra menos.
- Monte um quadro de unidades de referência (nm, Hz, J, eV) e mantenha-o visível durante todo o bimestre.
Questões prontas de Física Quântica (Efeito Fotoelétrico, Dualidade) para a 1ª série do Ensino Médio (com gabarito comentado)
A seguir estão as oito questões do conjunto, com gabarito e a explicação de cada alternativa errada. Você pode usar todas ou selecionar as que melhor combinam com o ritmo da sua turma.
Questão 1: Estágios da fusão estelar em um experimento analógico
Um laboratório simula processos de fusão com uma liga metálica A-B. Em testes, a liga foi aquecida a 900°C, a 1200°C e a 1600°C, produzindo fases X, Y e Z, respectivamente. Em astrofísica, a fusao nuclear em estrelas ocorre em tres estagios principais: fusao de hidrogenio em helio a cerca de 1x10^7 K; fusao de helio em carbono e oxigenio a cerca de 1x10^8 K; e fusao de carbono em elementos mais pesados a cerca de 6x10^8 K. Apesar das diferencas de escala, a sucessao de reacoes no experimento e analogica as fases de fusao estelar, com temperatura crescente associada a producao de elementos mais pesados.
Com base no texto-base, identifique qual estágio de fusão estelar corresponde à etapa em que a liga metálica foi aquecida a 1200°C.
- ❌ A) Fusão de carbono em hélio. — O erro é inverter a direção da sequência: o texto apresenta a produção de hélio a partir do hidrogênio, não a partir do carbono.
- ❌ B) Fusão de carbono em elementos mais pesados. — Essa é a última etapa da sequência descrita, associada à temperatura mais alta, e não à etapa intermediária correspondente a 1200°C.
- ❌ C) Fusão de hidrogênio em hélio. — A resposta associa a etapa intermediária da liga à primeira etapa estelar, embora o texto relacione a primeira etapa ao início da sequência, em temperatura menor.
- ✅ D) Fusão de núcleos de hélio, formando carbono e oxigênio. — A liga aquecida a 1200°C corresponde à etapa intermediária da sequência. No texto, a etapa intermediária da fusão estelar transforma hélio em carbono e oxigênio.
- ❌ E) Fusão de hidrogênio em carbono e oxigênio. — O erro é manter o hidrogênio como combustível da primeira etapa e atribuir a ele os produtos da etapa intermediária; o texto associa esses produtos à fusão de hélio.
Questão 2: Deslocamentos espectrais e fases finais de estrelas
Preparando um roteiro fictício de planetário, estudantes comparam espectros simulados de dois objetos gasosos. No objeto I, uma linha do ferro, cuja referência é 500 nm, foi registrada em 505 nm, e o material ocupa uma região de 12 pc. No objeto II, uma linha do carbono de referência 600 nm foi observada em 600,03 nm, formando uma casca de 1 pc ao redor de uma estrela fria e brilhante. Para ambos, vale Delta lambda/lambda = v/c, com c = 3 x 10^8 m/s. Modelos simplificados indicam que ventos de estrelas evoluídas têm velocidades da ordem de 10^4 m/s, enquanto ejeções explosivas atingem a ordem de 10^6 m/s. Os estudantes devem relacionar os dados espectrais aos processos que levam elementos ao meio interestelar.
Analise os deslocamentos espectrais e os modelos apresentados e identifique a interpretação que relaciona os materiais às fases finais de suas estrelas de origem.
- ❌ A) Relaciona o ferro e o carbono a uma mesma ejeção lenta, tomando as linhas espectrais como evidência de origem comum. — Ignora que os deslocamentos fornecem velocidades muito diferentes, de ordens 10^6 m/s e 10^4 m/s, incompatíveis com uma única ejeção lenta.
- ❌ B) Relaciona o ferro e o carbono à produção primordial, atribuindo seus deslocamentos apenas à expansão do Universo. — Confunde nucleossíntese primordial com formação estelar. Carbono e ferro são produzidos em processos estelares, e os deslocamentos informam velocidades locais.
- ❌ C) Relaciona os deslocamentos à criação dos elementos pela radiação, dispensando reações no interior das estrelas. — Confunde efeito Doppler com nucleossíntese. O deslocamento da linha mede o movimento do gás, mas não produz elementos químicos.
- ✅ D) Relaciona o ferro à ejeção explosiva e o carbono a vento estelar lento, indicando fontes distintas de enriquecimento. — As velocidades são aproximadamente 3 x 10^6 m/s para o ferro e 1,5 x 10^4 m/s para o carbono, compatíveis, respectivamente, com ejeção explosiva e vento estelar.
- ❌ E) Relaciona o ferro a vento estelar lento e o carbono à ejeção explosiva, supondo que a massa do núcleo determina a velocidade. — Inverte a comparação entre os valores calculados e as ordens de grandeza dos modelos. A massa do núcleo não permite, por si só, trocar os mecanismos.
Questão 3: Origem do ferro em uma região da galáxia
— Por que o conjunto B apresenta mais ferro do que o conjunto A? — perguntou um estudante ao comparar dois espectros em uma simulação didática fictícia de uma região da galáxia. No conjunto A, as estrelas se formaram de uma nuvem composta principalmente por hidrogênio e hélio. Após 3,0 x 10^14 s, algumas estrelas massivas dessa região encerraram sua evolução em explosões. O conjunto B formou-se posteriormente do gás remanescente. No espectro de B, a linha associada ao ferro, de comprimento de onda 5,26 x 10^-7 m, apresentou intensidade quatro vezes maior que em A. Durante a vida estelar, reações de fusão liberam energia, descrita por E=mc^2, com c=3,0 x 10^8 m/s.
Analise os espectros e a sequência temporal descritos e conclua como o ferro se tornou mais abundante no conjunto B.
- ❌ A) O ferro do conjunto B foi produzido integralmente por fusão no interior dos planetas desse conjunto. — Erro de local de produção: planetas não atingem as condições de pressão e temperatura necessárias para a nucleossíntese estelar do ferro.
- ❌ B) O ferro do conjunto B permaneceu isolado nas estrelas anteriores e não alterou o gás remanescente. — Erro sobre dispersão: as explosões de estrelas massivas lançam material ao meio interestelar, enriquecendo o gás remanescente.
- ❌ C) O ferro do conjunto B foi criado pela luz das estrelas sem ocorrência de transformações nucleares. — Erro de agente causal: a radiação transporta energia, mas não produz ferro no gás sem processos de nucleossíntese.
- ❌ D) O ferro do conjunto B surgiu quando átomos de hidrogênio se resfriaram diretamente na nuvem. — Erro de transformação direta: o resfriamento do hidrogênio não cria núcleos de ferro; são necessárias reações nucleares em estrelas.
- ✅ E) O ferro do conjunto B foi incorporado ao gás por ejeções de estrelas massivas anteriores. — Estrelas massivas produzem elementos mais pesados em sua evolução e, ao explodirem, dispersam esse material no gás que pode formar novas estrelas.
Questão 4: Massa estelar e síntese de elementos até o ferro
Observações de um novo aglomerado estelar indicam que nele coexistem duas populações de estrelas: as de massa inicial cerca de 2 massas solares, com expectativa de vida na sequência principal de 1×10^10 anos; e as de massa inicial cerca de 20 massas solares, com vida útil de 1×10^7 anos. Modelos indicam que a maior massa eleva a temperatura central do núcleo suficiente para ativar cadeias de fusão progressiva de elementos mais pesados.
Identifique qual característica estelar permite a síntese de elementos até o ferro no núcleo antes da explosão da estrela.
- ✅ A) Estrela de maior massa inicial — Alta massa gera maior pressão e temperatura central, ativando fusão até elementos pesados como ferro.
- ❌ B) Estrela de maior brilho aparente — Brilho aparente depende de distância e luminosidade, não indica condição de fusão no núcleo.
- ❌ C) Estrela de maior temperatura superficial — Temperatura superficial não reflete diretamente a temperatura central essencial para fusão de elementos pesados.
- ❌ D) Estrela de maior duração de vida — Maior duração corresponde a menor massa e menor temperatura central, insuficiente para sintetizar ferro.
- ❌ E) Estrela de menor massa inicial — Estrelas de ~2 M_sun não atingem temperatura central para sintetizar elementos pesados além do carbono.
Questão 5: Frequência mínima para ionizar o hélio
Determine a frequência mínima f_min e o comprimento de onda máximo ?_max de fótons necessários para ionizar o átomo de hélio neutro (energia de ionização E_i = 24,6 eV). Use h = 6,63×10^-34 J·s, c = 3,00×10^8 m/s e 1 eV = 1,60×10^-19 J. Apresente f em Hz e ? em m.
- ✅ A) f_min = 5,94×10^15 Hz; ?_max = 5,05×10^-8 m. — E = E_i = 24,6 eV = 24,6·1,60×10^-19 J = 3,936×10^-18 J. f_min = E/h = 3,936×10^-18 / 6,63×10^-34 = 5,94×10^15 Hz. ?_max = c/f_min = 3,00×10^8 / 5,94×10^15 = 5,05×10^-8 m.
- ❌ B) f_min = 6,00×10^15 Hz; ?_max = 4,99×10^-8 m. — Erro no cálculo de f_min, levando a um ? incorreto através da relação c = f?.
- ❌ C) f_min = 5,94×10^16 Hz; ?_max = 5,05×10^-9 m. — 10^16 Hz para uma energia de 24,6 eV é excessivo, erro em conversão para ?.
- ❌ D) f_min = 5,94×10^10 Hz; ?_max = 5,05×10^-5 m. — Frequência 10^10 Hz é muito baixa para ionização. O comprimento de onda é calculado incorretamente.
- ❌ E) f_min = 3,94×10^15 Hz; ?_max = 7,55×10^-8 m. — Frequência inferior à necessária, resulta em comprimento de onda maior que o permitido para ionização.
Questão 6: Energia do fóton e emissão fotoelétrica na placa metálica
Em um experimento realizado em um laboratório escolar, uma lâmpada ultravioleta ilumina uma placa metálica. A frequência da radiação emitida é f = 6,0 × 10¹4 Hz. Para o metal utilizado, a função trabalho, isto é, a energia mínima necessária para arrancar um elétron, vale f = 3,50 × 10?¹? J. Considere a constante de Planck h = 6,63 × 10?³4 J·s. A energia de cada fóton é dada por E = h·f.
Com base nos dados do experimento, qual alternativa apresenta corretamente a energia de cada fóton e a conclusão sobre a ocorrência do efeito fotoelétrico nessa placa metálica?
- ❌ A) A energia de cada fóton é 7,48 × 10⁻¹⁹ J; haverá emissão de elétrons. — A conclusão sobre a emissão está correta, mas a energia apresentada resulta da soma indevida entre a energia calculada para o fóton e a função trabalho. A função trabalho não deve ser adicionada à energia do fóton para determinar E.
- ❌ B) A energia de cada fóton é 3,98 × 10⁻²⁰ J; não haverá emissão de elétrons. — O valor do produto foi calculado com o expoente final uma ordem de grandeza menor. Além disso, a conclusão sobre a emissão é incompatível com a comparação correta entre a energia do fóton e a função trabalho.
- ❌ C) A energia de cada fóton é 2,21 × 10⁻¹⁹ J; não haverá emissão de elétrons. — Esse resultado decorre de uma operação numérica incorreta na multiplicação da constante de Planck pela frequência. Com o valor correto, a energia supera a função trabalho.
- ✅ D) A energia de cada fóton é 3,98 × 10⁻¹⁹ J; haverá emissão de elétrons. — A energia do fóton é E = h·f = (6,63 × 10⁻³⁴)(6,0 × 10¹⁴) = 39,78 × 10⁻²⁰ J = 3,98 × 10⁻¹⁹ J. Como essa energia é maior que a função trabalho do metal, φ = 3,50 × 10⁻¹⁹ J, os fótons possuem energia suficiente para arrancar elétrons da placa. Portanto, haverá emissão fotoelétrica.
- ❌ E) A energia de cada fóton é 3,98 × 10⁻¹⁹ J; não haverá emissão de elétrons. — A energia do fóton foi calculada corretamente, mas a comparação com a função trabalho foi invertida: 3,98 × 10⁻¹⁹ J é maior que 3,50 × 10⁻¹⁹ J, e não menor.
Questão 7: Energia de um fóton ultravioleta
Um fóton ultravioleta tem comprimento ? = 250 nm. Calcule a energia E do fóton em joules usando E = h·f, com h = 6.6×10^-34 J·s e c = 3.0×10^8 m/s.
- ✅ A) E ˜ 7.9×10^-19 J — f = c/? = 3.0×10^8 / 250×10^-9 = 1.2×10^15 Hz; E = h·f = 6.6×10^-34 J·s × 1.2×10^15 Hz ˜ 7.9×10^-19 J.
- ❌ B) E ˜ 1.2×10^-14 J — Energia 1.2×10^-14 J é 15 vezes maior que a correta, proveniente de cálculo incorreto.
- ❌ C) E ˜ 3.6×10^-19 J — Esse resultado é errôneo e provém de uma frequência mal calculada.
- ❌ D) E = 6.6×10^-34 J — E igual a h implica que não houve consideração da frequência, resultando em cálculo trivial.
- ❌ E) E ˜ 4.0×10^-16 J — Esse valor representa um fóton com ? maior, indicando um erro conceitual na relação.
Questão 8: Energia do fóton em eV e ionização do hidrogênio
Um fóton monocromático tem comprimento de onda ? = 90 nm. Usando h = 6,63×10?³4 J·s e c = 3×108 m/s, calcule a energia do fóton em eV e determine se pode ionizar o átomo de hidrogênio (energia de ionização 13,6 eV). Use E = hc/? e 1 eV = 1,6×10?¹? J.
- ❌ A) E = 5,0 eV — Resultado incorreto; não considera devidamente o comprimento de onda dado e a constante de Planck.
- ❌ B) E = 11,0 eV — Energia encontrada não respeita a relação E = hc/?, claramente maior que o esperado.
- ❌ C) E = 6,63 eV — Cálculo falho; E deve ser obtido pela fórmula E = hc/?, não pode ser 6,63 eV.
- ✅ D) E ? 13,8 eV ? capaz de ionizar o hidrogênio. — E = hc/? = (6,63×10?³4·3×108)/9,0×10?8 = 2,21×10?¹8 J = 13,8 eV; 13,8 eV > 13,6 eV, logo ionizante.
- ❌ E) E = 15,0 eV — Valor absurdamente alto; está muito acima da energia de ionização do hidrogênio.
Como usar essas atividades no seu planejamento
Você não precisa aplicar as oito questões de uma vez. Uma boa sequência é começar pelas de cálculo de energia do fóton, passar para a comparação com a função trabalho e terminar com as questões que misturam mais de um conceito. Assim a turma avança do mais concreto para o mais abstrato, que é justamente o caminho que o próprio efeito fotoelétrico exige do aluno.
Próximos passos
Se você quer montar uma prova com essas questões e personalizar a quantidade e o nível, o gerador de provas do GeraProva faz isso em poucos minutos. Para ver outras questões da mesma habilidade, acesse as questões da habilidade EM13CNT209, as questões da habilidade EM13CNT101 e as questões da habilidade EM13CNT103. E se ainda não tem conta, faça o cadastro grátis e comece a usar hoje.
Estas questões são um ponto de partida para a sua aula: adapte o nível, a linguagem e a quantidade de itens à realidade da sua turma. O GeraProva ajuda a gerar e organizar o material, mas a revisão final é sempre sua.
Encontrou um erro neste conteúdo? Veja nossa política editorial e avise a gente.
O GeraProva busca questões com gabarito comentado e BNCC no acervo e monta a prova pronta para imprimir.
Habilidades BNCC deste artigo
Questões deste artigo com resolução completa
- Um laboratório simula processos de fusão com uma liga metálica A-B. Em testes, a liga foi aquecida a 900°C, a…
- Preparando um roteiro fictício de planetário, estudantes comparam espectros simulados de dois objetos gasosos…
- — Por que o conjunto B apresenta mais ferro do que o conjunto A? — perguntou um estudante ao comparar dois…
- Observações de um novo aglomerado estelar indicam que nele coexistem duas populações de estrelas: as de massa…
- Determine a frequência mínima f_min e o comprimento de onda máximo ?_max de fótons necessários para ionizar o…
- Em um experimento realizado em um laboratório escolar, uma lâmpada ultravioleta ilumina uma placa metálica. A…
- Um fóton ultravioleta tem comprimento ? = 250 nm. Calcule a energia E do fóton em joules usando E = h·f, com h…
- Um fóton monocromático tem comprimento de onda ? = 90 nm. Usando h = 6,63×10?³4 J·s e c = 3×108 m/s, calcule a…
Fontes
- Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Ministério da Educação: basenacionalcomum.mec.gov.br
- Questões do acervo GeraProva sobre Física Quântica (Efeito Fotoelétrico, Dualidade), com resolução comentada e análise de cada alternativa.
