Cite um exemplo de como a filosofia budista contribui para a convivência pacífica entre as religiões.
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Reconhecer, em textos escritos, ensinamentos relacionados a modos de ser e viver.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
Cite um exemplo de como a filosofia budista contribui para a convivência pacífica entre as religiões.
- A) Promove o individualismo.
- B) Incentiva a guerra justa.
- C) Valoriza a compaixão.
- D) Rejeita todas as outras crenças.
- E) Foca apenas na meditação.
✅ Resposta correta: alternativa C
Resolução passo a passo
- O enunciado pede um exemplo de como a filosofia budista contribui para a convivência pacífica entre as religiões. Trata-se de uma questão de Filosofia/Ensino Religioso que exige identificar um princípio ético do budismo compatível com o diálogo e a tolerância.
- Um dos pilares do budismo é a compaixão (karuna), entendida como o desejo de aliviar o sofrimento de todos os seres. Essa valorização da compaixão favorece o respeito mútuo, a não violência (ahimsa) e o diálogo entre tradições religiosas diferentes, o que contribui diretamente para a convivência pacífica. Portanto, a alternativa C está correta.
- A alternativa A está errada, pois o budismo valoriza a interdependência e a superação do ego, o oposto do individualismo. A alternativa B está errada, pois a ideia de guerra justa contraria o princípio budista da não violência. A alternativa D está errada, pois a postura de rejeitar todas as outras crenças gera conflito, sendo o contrário da convivência pacífica. A alternativa E está errada, pois a meditação é uma prática importante, mas não é o único foco da filosofia budista, que também trata de ética e sabedoria.
- Conclusão: a resposta correta é a alternativa C, que coincide com o gabarito oficial.
💡 Dica: Pense em valores budistas que promovem a paz e o respeito.
Alternativa por alternativa
Confunde a autonomia pessoal com a ideia budista de superar o ego, supondo que a filosofia incentive a busca isolada do próprio interesse.
Acredita que algumas guerras podem ser justificadas moralmente pelo budismo, sem perceber que o princípio da não violência (ahimsa) é central na tradição.
A compaixão é central no budismo.
Associa a defesa de uma crença verdadeira à necessidade de negar as demais, o que leva ao exclusivismo religioso e não à convivência pacífica.
Por que engana: Confundir os princípios do budismo com atitudes de exclusão ou conflito, como rejeitar outras crenças ou incentivar guerras.
Reduz o budismo apenas à prática da meditação, ignorando seus aspectos éticos e de sabedoria, que são essenciais para o diálogo inter-religioso.
Raio-X da questão
filosofia budista e convivência
diagnostico
filosofia budista básica · conceito de convivência pacífica
Revisar os princípios da filosofia budista e sua relação com outras religiões.
Confundir os princípios do budismo com atitudes de exclusão ou conflito, como rejeitar outras crenças ou incentivar guerras.
cidadania_etica
pensamento_critico
cotidiano
Questões parecidas com resolução
- Em uma comunidade religiosa, as pessoas prepararam um caderno para receber visitantes. Nele, escreveram compromissos…
- Em uma coletânea de ensinamentos, lê-se: "Antes de agir com alguém, pense se você aceitaria receber a mesma ação." Uma…
- Após uma discussão durante uma atividade, Caio pediu desculpas a Marina. Ela disse: “Fiquei magoada, mas aceito suas…
- Em uma aula, a turma leu um texto religioso que orienta as pessoas a repartir o que possuem com quem passa necessidade…
- No mural da escola, estudantes reuniram trechos de textos escritos de diferentes tradições religiosas. As mensagens…
- O jornal de uma escola publicou uma pesquisa sobre a presença de textos religiosos na vida de algumas comunidades. Os…
🔎 Procurar outra questão
Procure no banco do GeraProva pelo tema ou por um trecho do enunciado. Cada questão já vem com resolução comentada e a análise de cada alternativa.
Professor: monte a prova com questões como esta, com gabarito e folha de respostas, em 30 segundos. Ver planos · Blog
