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89 questões

Questões BNCC EM13LP31

Compreender criticamente textos de divulgação científica orais, escritos e multissemióticos de diferentes áreas do conhecimento, identificando sua organização tópica e a hierarquização das informações, identificando e descartando fontes não confiáveis e problematizando enfoques tendenciosos ou superficiais.

Ilustração da habilidade BNCC EM13LP31
Unidade temática
-
Objeto de conhecimento
-
Questões vinculadas
89

Texto oficial da habilidade, conferido palavra por palavra contra a Base Nacional Comum Curricular — BNCC_EI_EF.pdf, página 519. Extração confirmada por dois processos independentes.

Descrição da habilidade EM13LP31
Compreender criticamente textos de divulgação científica orais, escritos e multissemióticos de diferentes áreas do conhecimento, identificando sua organização tópica e a hierarquização das informações, identificando e descartando fontes não confiáveis e problematizando enfoques tendenciosos ou superficiais.
Atividades prontas desta habilidade Atividades sobre divulgação científica com gabarito — 1ª série, 2ª série, 3ª série, ENEM, FUVEST, UEL, UNESP (EM13LP31) Ler o artigo com gabarito

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Questões relacionadas a EM13LP31

Questão 8 · Objetiva
A sigla PANCs significa Plantas Alimentícias Não Convencionais, ou seja, espécies já conhecidas, mas que não são popularmente consumidas. Acredita-se que o Brasil tenha, aproximadamente, 10 mil espécies de plantas com potencial de uso alimentar.

Elas são uma excelente alternativa de alimentação sustentável, já que atendem à demanda por nutrientes que suprem as necessidades humanas. No entanto, os estudos e os cultivos dessas espécies ainda não são amplamente desenvolvidas.

Infelizmente, essas plantas ainda não são produzidas em larga escala. Isso poderia ajudar a combater a fome, por exemplo.

O que se sabe é que essas espécies são rústicas, propagadas por mudas ou sementes e resistentes a doenças e pragas.

Além disso, as PANCs, geralmente hortaliças, têm como característica a boa adaptação climática e a grande eficiência na absorção de nutrientes.

Atualmente, PANCs são cultivadas por pequenas comunidades agrícolas brasileiras, muitas vezes para consumo próprio.

<https://tinyurl.com/4aa77ytx> Acesso em: 16.07.2024. Adaptado.

De acordo com o texto, é correto afirmar que (ETEC 2025)
Questão 8 · Objetiva
Estudo publicado pela revista *Seismological Research Letters* identificou 730 locais, onde a atividade humana causou terremotos nos últimos 150 anos. E, embora saibamos há muito tempo que as ações humanas podem influenciar atividades sísmicas, pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir que essas ações induzem terremotos com magnitudes elevadas. Além disso, o número de terremotos está claramente aumentando em algumas regiões do mundo.

Assim como os terremotos causados pela natureza, os induzidos pelo homem têm potencial para serem perigosos e até mesmo mortais.

Os efeitos dos terremotos induzidos pelo ser humano podem ser semelhantes aos provindos da natureza, mas, com frequência, são vistos em regiões com pouca ou nenhuma atividade sísmica anterior.

A maioria dos terremotos naturais ocorre ao longo de falhas geológicas, encontradas quase sempre (mas não só) onde diferentes placas tectônicas se tocam. No entanto, terremotos causados pela atividade humana podem acontecer longe das extremidades das placas tectônicas.

<http://tinyurl.com/2zcbm497> Acesso em: 17.01.2024. Adaptado.

Com base no texto, é correto afirmar que os terremotos (ETEC 2024)
Questão 8 · Objetiva
Leia o texto para responder às questões de 06 a 09.

Manter um cérebro com bilhões de neurônios custa caro. Embora esse órgão responda por apenas 2% da massa de um indivíduo, ele consome um quinto de toda a energia ingerida.

Outros primatas com um número elevado de neurônios também enfrentam desafios parecidos. É o caso do gorila, um animal que pode pesar até 200 quilogramas e tem um cérebro com 33 bilhões de neurônios. Como esses primatas se alimentam basicamente de folhas, eles precisam ingerir nada menos que 18 quilogramas de comida por dia. Não é de se espantar que passem diariamente cerca de oito horas comendo, conforme o registro de primatólogos.

As simulações mostraram que, caso mantivesse a dieta crua dos outros primatas, tanto o Homo erectus, surgido há cerca de 1,8 milhão de anos, quanto os humanos modernos, que têm 200 mil anos, precisariam passar improváveis nove horas ou mais por dia se alimentando.

Ocupados tanto tempo com o próprio sustento, eles dificilmente teriam como se dedicar a construir ferramentas, intervir no meio ambiente e realizar outras tarefas que costumam ser consideradas típicas dos humanos.

O fato de conseguirmos sustentar nosso cérebro sem precisar passar o dia inteiro comendo é sinal de que alguma coisa mudou.

Muitos cientistas afirmam que a adoção de uma dieta baseada em proteína animal resultou, ao longo do tempo, na criação de diversas habilidades para conseguir esse tipo de alimento. A proteína animal foi essencial para fornecer mais calorias, com menos esforço, o que favoreceu o crescimento do cérebro.

Além disso, cozinhar é uma forma de começar a digerir um alimento antes mesmo que ele seja levado à boca. O calor rompe a estrutura tridimensional das moléculas da comida, por isso pesquisadores defendem que a quantidade de energia que absorvemos de um alimento aumenta quando cozido.

Estudos apontam que, além de tornar a digestão mais fácil e aumentar a absorção de energia dos alimentos, a dieta cozida permitiu diminuir muito o tempo gasto com a alimentação. Com isso, o que seria um fardo – um cérebro com muitos bilhões de neurônios e difícil de abastecer – se tornou uma vantagem evolutiva, que favoreceu um crescimento ainda maior do cérebro.

<http://tinyurl.com/6kd4rt9h> Acesso em: 01.02.2024. Adaptado.

É correto afirmar que o trecho “alguma coisa mudou”, presente no quinto parágrafo do texto, relaciona-se (ETEC 2024)
Questão 8 · Objetiva
Descoberto um planeta que não deveria existir

Há alguns anos, o instrumento Carmenes, montado no telescópio de Calar Alto, na província de Almería (sul da Espanha), cartografa as estrelas mais próximas da Terra. Trata-se de estrelas anãs vermelhas mais tênues e menores que o Sol. Em algumas delas, foram descobertos planetas rochosos onde pode haver água líquida e, portanto, vida. A necessidade de incluir mais estrelas pequenas no mapa levou os responsáveis pelo instrumento a olhar para a GJ 3512, inicialmente descartada por ser muito fraca.

Neste astro, a 30 anos-luz, os astrônomos descobriram um planeta gigante com uma massa equivalente à metade de Júpiter, 150 vezes a da Terra. Seu interesse não está em seu potencial habitável, pois se trata de uma hostil esfera de gases a mais de 120 graus abaixo de zero, devido ao escasso calor fornecido pela sua estrela. O surpreendente é que, segundo as teorias de formação planetária, esse planeta não deveria estar lá.

Até agora, pensava-se que os gigantes gasosos se formam quando

fragmentos rochosos vão se juntando no disco protoplanetário ao redor de uma estrela, até formarem esferas com uma massa equivalente a várias vezes a da Terra. Esses núcleos servem de semente para o hidrogênio e o hélio, que começam a envolvê-la até formar descomunais colossos gasosos. Mas a estrela GJ 3512 tem um diâmetro equivalente a apenas uma sétima parte do Sol, muito pouco para acumular suficiente material rochoso. Segundo os modelos atuais de formação planetária, “nunca” poderia existir um mundo como este, relatam os autores da descoberta, publicada nesta quinta-feira na revista Science.

“É a primeira vez que se encontra um planeta desse tipo em uma estrela assim”, ressalta Ignasi Ribas, astrônomo do Instituto de Ciências do Espaço, em Barcelona, e coautor do estudo, assinado por um exército de mais de 180 astrônomos de 12 países. Pela forma da órbita do planeta, muito elíptica, os pesquisadores acreditam que haja outros dois gigantes gasosos que ainda não puderam detectar, mas que influenciam sua trajetória. “Um deles ficou à deriva pouco depois de sua formação, há bilhões de anos, e agora é um planeta solitário que viaja pelo espaço interestelar”, explica Ribas.

Esse estudo é a vanguarda de uma nova era, diz um astrônomo. [...]

<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/25/ciencia/1569433385_092864.html> Acesso em: 17.10.2019. Adaptado.

Segundo o texto, é possível afirmar que (ETEC 2020)
Questão 8 · Objetiva
“A floresta amazônica é a maior floresta tropical do mundo. Ela abriga milhares de espécies de plantas e animais e tem papel fundamental na regulação do clima global. A destruição da floresta pode agravar o aquecimento do planeta.”
(Adaptado de matéria da revista “Ciência Hoje das Crianças”.)
De acordo com o texto, uma das consequências do desmatamento da Amazônia é (ETEC 2025)
Questão 8 · Objetiva
DESCOMPASSO

A adolescência é um período de intenso amadurecimento cerebral. Mas a mielinização, que turbina o processamento do órgão, não acontece de maneira uniforme – o que explica a impulsividade e a tendência a se arriscar.

CÓRTEX PRÉ-FRONTAL
É o responsável pelo planejamento de longo prazo, tomada de decisões, raciocínio lógico e todo o resto que você chama de "noção". Ele só amadurece totalmente, completando o processo de mielinização, por volta dos 25 anos.

SISTEMA LÍMBICO
Em linhas gerais, essa é a parte mais raiz do seu cérebro, que lida com impulsos básicos como fome, libido e medo. Na adolescência, os sentimentos ficam mais vívidos e caóticos – essa é a primeira área a amadurecer.

INTERCONEXÃO
Muito mais importante do que o mero crescimento do cérebro na adolescência é a maior interconexão entre diferentes áreas do órgão, que se acentua nesse período da vida. Isso permite aprendizados complexos e a adaptação às regras sociais.

Revista Superinteressante – Ed. 475 – maio de 2025. p.25.

O texto combina linguagem verbal e não-verbal para nos passar informações. Esta combinação tem como principal objetivo (ETEC 2025)
Questão 8 · Objetiva
Leia o texto para responder às questões de 06 a 09.

Manter um cérebro com bilhões de neurônios custa caro. Embora esse órgão responda por apenas 2% da massa de um indivíduo, ele consome um quinto de toda a energia ingerida.

Outros primatas com um número elevado de neurônios também enfrentam desafios parecidos. É o caso do gorila, um animal que pode pesar até 200 quilogramas e tem um cérebro com 33 bilhões de neurônios. Como esses primatas se alimentam basicamente de folhas, eles precisam ingerir nada menos que 18 quilogramas de comida por dia. Não é de se espantar que passem diariamente cerca de oito horas comendo, conforme o registro de primatólogos.

As simulações mostraram que, caso mantivesse a dieta crua dos outros primatas, tanto o Homo erectus, surgido há cerca de 1,8 milhão de anos, quanto os humanos modernos, que têm 200 mil anos, precisariam passar improváveis nove horas ou mais por dia se alimentando.

Ocupados tanto tempo com o próprio sustento, eles dificilmente teriam como se dedicar a construir ferramentas, intervir no meio ambiente e realizar outras tarefas que costumam ser consideradas típicas dos humanos.

O fato de conseguirmos sustentar nosso cérebro sem precisar passar o dia inteiro comendo é sinal de que alguma coisa mudou.

Muitos cientistas afirmam que a adoção de uma dieta baseada em proteína animal resultou, ao longo do tempo, na criação de diversas habilidades para conseguir esse tipo de alimento. A proteína animal foi essencial para fornecer mais calorias, com menos esforço, o que favoreceu o crescimento do cérebro.

Além disso, cozinhar é uma forma de começar a digerir um alimento antes mesmo que ele seja levado à boca. O calor rompe a estrutura tridimensional das moléculas da comida, por isso pesquisadores defendem que a quantidade de energia que absorvemos de um alimento aumenta quando cozido.

Estudos apontam que, além de tornar a digestão mais fácil e aumentar a absorção de energia dos alimentos, a dieta cozida permitiu diminuir muito o tempo gasto com a alimentação. Com isso, o que seria um fardo – um cérebro com muitos bilhões de neurônios e difícil de abastecer – se tornou uma vantagem evolutiva, que favoreceu um crescimento ainda maior do cérebro.

<http://tinyurl.com/6kd4rt9h> Acesso em: 01.02.2024. Adaptado.

Segundo o texto, é correto afirmar que (ETEC 2024)
Questão 8 · Objetiva
A sustentabilidade pessoal se relaciona com a valorização de hábitos simples. Quando relaxamos num ambiente natural, produzimos menos cortisol, o hormônio do estresse, particularmente nocivo ao hipocampo, onde se formam as memórias. É por isso que, quando estressados, temos problemas de memória. Já níveis controlados de estresse estimulam a formação de conexões dos neurônios, o que facilita o aprendizado.

Além disso, passear ao ar livre e tomar sol estimulam a síntese de vitamina D, da qual o corpo necessita e, a qual, em níveis adequados, serve para regular a resposta imune, ajudar a reduzir inflamações e estimular a produção de células de defesa do organismo.

Enquanto isso, o sol eleva a produção de serotonina, importante neurotransmissor (um tipo de substância química que ajuda a transmitir sinais de uma área do cérebro para outra). A serotonina é um hormônio que atua regulando o humor, o sono, o apetite, o ritmo cardíaco, a temperatura corporal, a sensibilidade e as funções intelectuais.

Além desses exemplos, há evidências de que, ao “colonizar” o nosso corpo, as bactérias benignas que vivem no solo de campos e florestas, auxiliam no combate de inflamações.
<https://tinyurl.com/ya4yemoo> Acesso em: 14.04.2018. Adaptado.

De acordo com o texto, é correto afirmar que (ETEC 2018)

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