BNCC
461 questões
Questões BNCC EM13LP06
Analisar efeitos de sentido decorrentes de usos expressivos da linguagem, da escolha de determinadas palavras ou expressões e da ordenação, combinação e contraposição de palavras, dentre outros, para ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de uso crítico da língua.
Texto oficial da habilidade, conferido palavra por palavra contra a Base Nacional Comum Curricular — BNCC_EI_EF.pdf, página 509. Extração confirmada por dois processos independentes.
Descrição da habilidade EM13LP06
Analisar efeitos de sentido decorrentes de usos expressivos da linguagem, da escolha de determinadas palavras ou expressões e da ordenação, combinação e contraposição de palavras, dentre outros, para ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de uso crítico da língua.
Séries
1ª série
2ª série
3ª série
ENEM
FATEC
FUVEST
UEL
UNESP
Matérias
Língua Portuguesa
Assuntos
Protocolos de leitura
Unidades temáticas relacionadas
Análise linguística/semiótica
Análise linguística/semiótica (Alfabetização)
Análise linguística/semiótica (Ortografização)
BNCC - Habilidades
Leitura
Oralidade
Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma)
Questões relacionadas a EM13LP06
Questão 8 · Objetiva
Leia a letra da música O Trenzinho do Caipira, composta por Ferreira Gullar para a música de Heitor Villa-Lobos, e responda às questões 34 e 35.
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra, vai pelo mar
Cantando pela serra, o luar
Correndo entre as estrelas, a voar
No ar
No ar
<https://tinyurl.com/59s3tn6y> Acesso em: 15.05.2026. Adaptado.
Sobre a canção, é correto afirmar que (ETEC 2026)
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra, vai pelo mar
Cantando pela serra, o luar
Correndo entre as estrelas, a voar
No ar
No ar
<https://tinyurl.com/59s3tn6y> Acesso em: 15.05.2026. Adaptado.
Sobre a canção, é correto afirmar que (ETEC 2026)
Questão 8 · Objetiva
Leia a letra da música O Trenzinho do Caipira, composta por Ferreira Gullar para a música de Heitor Villa-Lobos, e responda às questões 34 e 35.
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra, vai pelo mar
Cantando pela serra, o luar
Correndo entre as estrelas, a voar
No ar
No ar
<https://tinyurl.com/59s3tn6y> Acesso em: 15.05.2026. Adaptado.
O uso dos termos destacados na canção (ETEC 2026)
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra, vai pelo mar
Cantando pela serra, o luar
Correndo entre as estrelas, a voar
No ar
No ar
<https://tinyurl.com/59s3tn6y> Acesso em: 15.05.2026. Adaptado.
O uso dos termos destacados na canção (ETEC 2026)
Questão 8 · Objetiva
Leia o trecho da canção Passaredo, de Chico Buarque de Hollanda e Francis Hime, para responder às questões de 21 a 24.
1 Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
6 Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
11 Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
**Que** o homem vem aí
16 O homem vem aí
O homem vem aí.
<https://tinyurl.com/3ucpw292> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
A canção apresentada se utiliza tanto de imperativos, como em “some”, “anda” e “te esconde”, quanto de vocativos, como em “rolinha”, “andorinha” e “ bem-te-vi”, com o objetivo de (ETEC 2026)
1 Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
6 Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
11 Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
**Que** o homem vem aí
16 O homem vem aí
O homem vem aí.
<https://tinyurl.com/3ucpw292> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
A canção apresentada se utiliza tanto de imperativos, como em “some”, “anda” e “te esconde”, quanto de vocativos, como em “rolinha”, “andorinha” e “ bem-te-vi”, com o objetivo de (ETEC 2026)
Questão 8 · Objetiva
Leia o trecho da canção Passaredo, de Chico Buarque de Hollanda e Francis Hime, para responder às questões de 21 a 24.
1 Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
6 Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
11 Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
**Que** o homem vem aí
16 O homem vem aí
O homem vem aí.
<https://tinyurl.com/3ucpw292> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para o termo destacado em negrito na canção. (ETEC 2026)
1 Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
6 Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
11 Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
**Que** o homem vem aí
16 O homem vem aí
O homem vem aí.
<https://tinyurl.com/3ucpw292> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para o termo destacado em negrito na canção. (ETEC 2026)
Questão 8 · Objetiva
Leia o trecho da canção Passaredo, de Chico Buarque de Hollanda e Francis Hime, para responder às questões de 21 a 24.
1 Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
6 Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
11 Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
**Que** o homem vem aí
16 O homem vem aí
O homem vem aí.
<https://tinyurl.com/3ucpw292> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
A letra da canção nos remete à (ETEC 2026)
1 Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
6 Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
11 Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
**Que** o homem vem aí
16 O homem vem aí
O homem vem aí.
<https://tinyurl.com/3ucpw292> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
A letra da canção nos remete à (ETEC 2026)
Questão 8 · Objetiva
Leia o texto para responder às questões de 08 a 12.
Certa manhã, as irmãs Yzuahy, de 6 anos, e Ywàna, de 3, tomaram um susto: um bicho-preguiça estava dentro de casa. O visitante inesperado entrou de mansinho pela janela e logo chegou ao colo das irmãs Tenetehar sem provocar medo. Pelo contrário, o que havia era encanto.
Moradoras da terra indígena do Alto Rio Guamá, **no Pará**, Yzuahy e Ywàna aprenderam com os pais e os avós que bichos da floresta não fazem mal nem precisam ser afugentados. A relação com eles é ancestral e baseada no cuidado mútuo. “Elas sempre foram ensinadas que, sem natureza e animais, nada progride”, conta Josiane Tenetehar, mãe das meninas.
Além do bicho-preguiça, elas cuidaram por um tempo de um filhote de capivara. “Não temos animais de estimação. A preguiça vem às vezes, chega em casa e depois volta. A capivara ficava **com as meninas** porque os guerreiros da aldeia acharam ela na mata sem a mãe e trouxeram para ser cuidada. Quando cresceu, ficou livre e acabou indo com o seu bando”, explica Josiane.
Nos territórios indígenas, não há *pets* do jeito como vemos nas cidades. Os animais vivem soltos na floresta. E mesmo os que recebem cuidados de crianças ou adultos nas aldeias podem voltar para a mata. A relação com <u>eles</u> é de cuidado e de respeito, equilibrando a subsistência e o bem-viver. Em vez de cachorros e gatinhos, são araras, papagaios, jabutis, macacos e capivaras os companheiros de brincadeiras e afagos dos pequenos.
Para esses bichinhos, dá-se o nome de xerimbabos, que em tupi significa “coisa muito querida”. A palavra aparece em vários registros históricos quando há a descrição da relação entre os povos originários e os animais da mata, sendo o termo cunhado pelos próprios indígenas. **Nas aldeias**, faz parte da cultura cuidar de tudo o que tem vida na floresta.
<https://tinyurl.com/3er3jb53> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
Na passagem “quando cresceu, ficou livre e acabou indo com o seu bando”, a expressão “acabou indo” aponta (ETEC 2026)
Certa manhã, as irmãs Yzuahy, de 6 anos, e Ywàna, de 3, tomaram um susto: um bicho-preguiça estava dentro de casa. O visitante inesperado entrou de mansinho pela janela e logo chegou ao colo das irmãs Tenetehar sem provocar medo. Pelo contrário, o que havia era encanto.
Moradoras da terra indígena do Alto Rio Guamá, **no Pará**, Yzuahy e Ywàna aprenderam com os pais e os avós que bichos da floresta não fazem mal nem precisam ser afugentados. A relação com eles é ancestral e baseada no cuidado mútuo. “Elas sempre foram ensinadas que, sem natureza e animais, nada progride”, conta Josiane Tenetehar, mãe das meninas.
Além do bicho-preguiça, elas cuidaram por um tempo de um filhote de capivara. “Não temos animais de estimação. A preguiça vem às vezes, chega em casa e depois volta. A capivara ficava **com as meninas** porque os guerreiros da aldeia acharam ela na mata sem a mãe e trouxeram para ser cuidada. Quando cresceu, ficou livre e acabou indo com o seu bando”, explica Josiane.
Nos territórios indígenas, não há *pets* do jeito como vemos nas cidades. Os animais vivem soltos na floresta. E mesmo os que recebem cuidados de crianças ou adultos nas aldeias podem voltar para a mata. A relação com <u>eles</u> é de cuidado e de respeito, equilibrando a subsistência e o bem-viver. Em vez de cachorros e gatinhos, são araras, papagaios, jabutis, macacos e capivaras os companheiros de brincadeiras e afagos dos pequenos.
Para esses bichinhos, dá-se o nome de xerimbabos, que em tupi significa “coisa muito querida”. A palavra aparece em vários registros históricos quando há a descrição da relação entre os povos originários e os animais da mata, sendo o termo cunhado pelos próprios indígenas. **Nas aldeias**, faz parte da cultura cuidar de tudo o que tem vida na floresta.
<https://tinyurl.com/3er3jb53> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
Na passagem “quando cresceu, ficou livre e acabou indo com o seu bando”, a expressão “acabou indo” aponta (ETEC 2026)
Questão 8 · Objetiva
Leia o texto para responder às questões de 08 a 12.
Certa manhã, as irmãs Yzuahy, de 6 anos, e Ywàna, de 3, tomaram um susto: um bicho-preguiça estava dentro de casa. O visitante inesperado entrou de mansinho pela janela e logo chegou ao colo das irmãs Tenetehar sem provocar medo. Pelo contrário, o que havia era encanto.
Moradoras da terra indígena do Alto Rio Guamá, **no Pará**, Yzuahy e Ywàna aprenderam com os pais e os avós que bichos da floresta não fazem mal nem precisam ser afugentados. A relação com eles é ancestral e baseada no cuidado mútuo. “Elas sempre foram ensinadas que, sem natureza e animais, nada progride”, conta Josiane Tenetehar, mãe das meninas.
Além do bicho-preguiça, elas cuidaram por um tempo de um filhote de capivara. “Não temos animais de estimação. A preguiça vem às vezes, chega em casa e depois volta. A capivara ficava **com as meninas** porque os guerreiros da aldeia acharam ela na mata sem a mãe e trouxeram para ser cuidada. Quando cresceu, ficou livre e acabou indo com o seu bando”, explica Josiane.
Nos territórios indígenas, não há *pets* do jeito como vemos nas cidades. Os animais vivem soltos na floresta. E mesmo os que recebem cuidados de crianças ou adultos nas aldeias podem voltar para a mata. A relação com <u>eles</u> é de cuidado e de respeito, equilibrando a subsistência e o bem-viver. Em vez de cachorros e gatinhos, são araras, papagaios, jabutis, macacos e capivaras os companheiros de brincadeiras e afagos dos pequenos.
Para esses bichinhos, dá-se o nome de xerimbabos, que em tupi significa “coisa muito querida”. A palavra aparece em vários registros históricos quando há a descrição da relação entre os povos originários e os animais da mata, sendo o termo cunhado pelos próprios indígenas. **Nas aldeias**, faz parte da cultura cuidar de tudo o que tem vida na floresta.
<https://tinyurl.com/3er3jb53> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
As expressões em negrito no texto denotam, respectivamente, (ETEC 2026)
Certa manhã, as irmãs Yzuahy, de 6 anos, e Ywàna, de 3, tomaram um susto: um bicho-preguiça estava dentro de casa. O visitante inesperado entrou de mansinho pela janela e logo chegou ao colo das irmãs Tenetehar sem provocar medo. Pelo contrário, o que havia era encanto.
Moradoras da terra indígena do Alto Rio Guamá, **no Pará**, Yzuahy e Ywàna aprenderam com os pais e os avós que bichos da floresta não fazem mal nem precisam ser afugentados. A relação com eles é ancestral e baseada no cuidado mútuo. “Elas sempre foram ensinadas que, sem natureza e animais, nada progride”, conta Josiane Tenetehar, mãe das meninas.
Além do bicho-preguiça, elas cuidaram por um tempo de um filhote de capivara. “Não temos animais de estimação. A preguiça vem às vezes, chega em casa e depois volta. A capivara ficava **com as meninas** porque os guerreiros da aldeia acharam ela na mata sem a mãe e trouxeram para ser cuidada. Quando cresceu, ficou livre e acabou indo com o seu bando”, explica Josiane.
Nos territórios indígenas, não há *pets* do jeito como vemos nas cidades. Os animais vivem soltos na floresta. E mesmo os que recebem cuidados de crianças ou adultos nas aldeias podem voltar para a mata. A relação com <u>eles</u> é de cuidado e de respeito, equilibrando a subsistência e o bem-viver. Em vez de cachorros e gatinhos, são araras, papagaios, jabutis, macacos e capivaras os companheiros de brincadeiras e afagos dos pequenos.
Para esses bichinhos, dá-se o nome de xerimbabos, que em tupi significa “coisa muito querida”. A palavra aparece em vários registros históricos quando há a descrição da relação entre os povos originários e os animais da mata, sendo o termo cunhado pelos próprios indígenas. **Nas aldeias**, faz parte da cultura cuidar de tudo o que tem vida na floresta.
<https://tinyurl.com/3er3jb53> Acesso em: 10.04.2025. Adaptado.
As expressões em negrito no texto denotam, respectivamente, (ETEC 2026)
Questão 8 · Objetiva
Leia os textos para responder às questões de 07 a 09.
No quarto quadrinho, a interjeição “uai” evidencia que a personagem, diante da pergunta de sua amiga, experiencia (ETEC 2025)
No quarto quadrinho, a interjeição “uai” evidencia que a personagem, diante da pergunta de sua amiga, experiencia (ETEC 2025)
