Atividades sobre mídia com gabarito — 1ª série, 2ª série, 3ª série, ENEM, FUVEST, UEL, UNESP (EM13LP42)
Atividades de Língua Portuguesa sobre cobertura da mídia, enfoques jornalísticos e checagem de informações. Veja questões com gabarito comentado para trabalhar a habilidade EM13LP42.
Quando recebi o código EM13LP42 no planejamento deste bimestre, confesso que a primeira reação foi de estranhamento. A habilidade fala em acompanhar, analisar e discutir a cobertura da mídia, e eu precisava transformar aquilo em aula e em avaliação de verdade, não em um parágrafo bonito para o plano de ensino.
O caminho que encontrei foi partir de uma pergunta simples: como dois jornais diferentes contam a mesma história? A partir dali, a turma passou a ler notícias sobre o mesmo fato e a perceber, por conta própria, que cada veículo escolhe o que mostrar e o que deixar de lado. Foi aí que a habilidade ganhou sentido na sala.
O que a habilidade EM13LP42 pede, de verdade?
Na linguagem de professor, a habilidade pede que o aluno saiba acompanhar um acontecimento na imprensa, comparar os diferentes enfoques que aparecem nas reportagens, identificar qual perspectiva predomina e, com isso, entender melhor o fato. Ela também pede postura crítica: o estudante deve se sentir implicado com as questões que afetam a coletividade, e não apenas consumir notícia passivamente. O texto oficial diz:
Acompanhar, analisar e discutir a cobertura da mídia diante de acontecimentos e questões de relevância social, local e global, comparando diferentes enfoques e perspectivas, por meio do uso de ferramentas de curadoria (como agregadores de conteúdo) e da consulta a serviços e fontes de checagem e curadoria de informação, de forma a aprofundar o entendimento sobre um determinado fato ou questão, identificar o enfoque preponderante da mídia e manter-se implicado, de forma crítica, com os fatos e as questões que afetam a coletividade.
Em resumo, o aluno precisa sair da leitura de uma notícia com a pergunta "o que este texto está destacando e o que está deixando de fora?". Essa pergunta, repetida em todas as atividades, é o núcleo da habilidade. Ela aparece em notícias sobre enchentes, protestos, tarifas de ônibus, saúde pública e qualquer pauta que mobilize a cidade.
Como trabalhar EM13LP42 em sala?
Estas são as ideias que mais funcionaram comigo, todas sem material caro:
- Mesmo fato, dois jornais. Escolha uma notícia de impacto local e peça aos alunos que leiam duas coberturas diferentes. Eles listam o que cada texto destaca, quem é ouvido e que tipo de linguagem usa.
- Mural de enfoques. Divida a lousa em colunas: dados, depoimentos, autoridades, consequências. Cada grupo preenche a coluna conforme a notícia lida. A comparação visual ajuda muito.
- Curadoria com agregadores. Mostre como agregadores de notícias reúnem vários veículos sobre o mesmo tema. Peça que a turma escolha três fontes e registre as diferenças de abordagem.
- Checagem em grupo. Antes de discutir uma notícia, os alunos consultam uma agência de checagem para verificar algum dado. Isso conecta a habilidade à ideia de fontes confiáveis.
- Debate com lado oposto. Os alunos defendem o enfoque de um veículo e depois o de outro. Essa troca de lugar mostra que perspectiva não é o mesmo que mentira.
Como avaliar essa habilidade?
Uma boa questão sobre EM13LP42 não pode se contentar em perguntar o que a notícia diz. Ela precisa cobrar a comparação entre enfoques: o aluno deve identificar a perspectiva dominante de cada texto e explicar a diferença entre eles. Questões que pedem apenas a localização de uma informação literal não cobrem a habilidade.
Um erro comum que vejo em muitas avaliações é tratar qualquer diferença entre textos como "viés" ou "notícia falsa". A habilidade fala em enfoque e perspectiva, que são coisas diferentes de desinformação. Outro erro é criar alternativas em que todas as opções parecem corretas, o que confunde o aluno e não mede nada. Vale revisar o gabarito com cuidado antes de aplicar.
Questões prontas de EM13LP42 (com gabarito comentado)
A seguir estão seis questões alinhadas à habilidade, com as alternativas comentadas para você entender por que cada uma está certa ou errada. Use-as como ponto de partida ou como modelo para criar as suas.
Questão 1: diferença de enfoque entre duas coberturas sobre enchentes
Dados ilustrativos: duas publicações sobre as enchentes na Região Metropolitana de Porto Verde chamaram atenção ontem. O Semanário Técnico apresentou relatório detalhado sobre falhas na drenagem urbana e volume de chuva, incluindo tabelas de precipitação e estimativas de prejuízo financeiro. Já o Jornal Comunitário dedicou suas páginas a depoimentos de moradores, descrevendo perdas pessoais, angústias e o cotidiano de famílias desalojadas, com fotos de entrevistas e relatos emocionais.
Analise o texto-base e identifique a principal diferença de enfoque entre as duas coberturas jornalísticas apresentadas.
- ❌ A) Focar na perspectiva de autoridades em vez de moradores afetados. — O texto menciona relatos de moradores, mas não indica que uma das coberturas apresente a perspectiva de autoridades.
- ❌ B) Focar em medidas preventivas em vez de registros das perdas. — O texto não informa que alguma publicação trate de medidas preventivas. Uma delas apresenta dados técnicos e a outra, relatos sobre perdas e experiências dos moradores.
- ✅ C) Focar em infraestrutura e dados técnicos em vez de testemunhos pessoais. — Uma cobertura privilegia informações sobre infraestrutura e dados de chuva, enquanto a outra dá destaque às experiências e aos relatos dos moradores.
- ❌ D) Focar em soluções propostas em vez de descrição dos danos. — O texto não apresenta soluções propostas. Ele descreve o enfoque de cada publicação, sem opor propostas de solução à descrição dos danos.
- ❌ E) Focar em previsões futuras em vez de relatos dos moradores. — A publicação técnica apresenta dados de chuva e drenagem, mas não previsões futuras. A alternativa troca o enfoque técnico por uma previsão que não aparece no texto.
Dica de resolução: compare os tipos de informação e de relato destacados em cada publicação.
Questão 2: enfoques de duas reportagens sobre um deslizamento
No vilarejo de São José da Serra, um deslizamento de terra causou danos em 15 casas e deixou famílias desabrigadas. Em relatos colhidos pelo jornal Comunidade Viva, as vozes dos moradores reforçam a urgência de obras de contenção. Uma moradora afirmou: “Sentimos tremores antes da queda do barranco, mas não tivemos aviso”. Já a transmissão da rede nacional InfoGlobal apresentou números sobre prejuízos estimados em R$ 2 milhões e entrevistas com autoridades que discutiram estratégias de prevenção em escala estadual. Diferentes ângulos revelam a diversidade de enfoques na cobertura jornalística sobre o mesmo acontecimento.
Analise o texto e identifique quais enfoques distintos as duas reportagens adotam na cobertura do deslizamento?
- ❌ A) A primeira reportagem destaca soluções técnicas antecipadas, enquanto a segunda prioriza relatos emocionais das vítimas. — O jornal Comunidade Viva enfatiza depoimentos, não soluções técnicas, e a InfoGlobal foca dados e autoridades, não emoções.
- ❌ B) A primeira reportagem focaliza políticas estaduais de prevenção, enquanto a segunda investiga as causas geológicas do deslizamento. — O jornal Comunidade Viva trouxe vozes dos moradores, não políticas, e a InfoGlobal apresentou dados econômicos, não investigação geológica.
- ❌ C) Ambas as reportagens enfocam exclusivamente aspectos financeiros dos prejuízos e ignoram o ponto de vista dos moradores. — O texto-base mostra que o jornal Comunidade Viva destacou relatos pessoais, não finanças.
- ❌ D) A primeira reportagem enfatiza a atuação de autoridades locais, enquanto a segunda analisa o impacto nas residências. — O jornal Comunidade Viva valoriza depoimentos dos moradores, não autoridades locais, e a InfoGlobal trata de prejuízos e autoridades estaduais.
- ✅ E) A primeira reportagem dá voz às experiências pessoais dos moradores, enquanto a segunda enfatiza dados econômicos e declarações de autoridades. — Conecta relato dos moradores (jornal Comunidade Viva) com ênfase pessoal e cobertura nacional com números e autoridades (InfoGlobal).
Dica de resolução: compare os enfoques das duas reportagens destacando o foco de cada uma.
Questão 3: enfoque político e enfoque pessoal em protestos por tarifas
Durante a cobertura de protestos contra o aumento das tarifas de transporte coletivo, dois veículos apresentaram enfoques distintos. O primeiro publicou: “A manifestação reuniu cerca de 3 mil pessoas em frente à Câmara Municipal. Sindicatos e líderes estudantis defenderam a revisão do modelo tarifário.” A notícia utiliza dados oficiais, citações formais e linguagem objetiva. O segundo veículo publicou: “Caminhei ao lado de professores e moradores, senti a energia das faixas e ouvi relatos emocionados de quem lutava pelo direito de circular.” Nesse caso, o texto é narrado em primeira pessoa, emprega linguagem coloquial e valoriza experiências individuais.
Com base nos trechos, qual diferença de enfoque caracteriza os dois textos jornalísticos sobre o protesto?
- ❌ A) O primeiro texto apresenta relatos pessoais em tom emotivo, enquanto o segundo descreve a manifestação com dados oficiais e linguagem objetiva. — A alternativa troca novamente os enfoques: os relatos pessoais pertencem ao segundo texto, e os dados oficiais, ao primeiro.
- ❌ B) O primeiro texto prioriza experiências individuais e linguagem coloquial, enquanto o segundo destaca dados oficiais e reivindicações políticas em tom institucional. — Este distrator inverte as características dos dois textos: atribui ao primeiro o enfoque pessoal do segundo e ao segundo o enfoque institucional do primeiro.
- ❌ C) O primeiro texto valoriza a narrativa em primeira pessoa e os relatos emocionados, enquanto o segundo enfatiza a objetividade dos dados e das citações formais. — A alternativa reconhece características existentes no texto-base, mas as associa aos veículos errados. A primeira publicação não é narrada em primeira pessoa, e a segunda não se baseia em citações formais.
- ✅ D) O primeiro texto enfatiza a dimensão política e institucional do protesto, enquanto o segundo prioriza relatos pessoais e experiências individuais em tom emotivo. — O primeiro texto apresenta dados sobre o número de participantes, menciona sindicatos, líderes estudantis e a Câmara Municipal, além de empregar linguagem objetiva e citações formais. Por isso, seu enfoque é político e institucional. O segundo texto é narrado em primeira pessoa, utiliza linguagem coloquial e destaca sensações e relatos de participantes, caracterizando um enfoque pessoal e emotivo.
- ❌ E) O primeiro texto enfatiza a revisão do modelo tarifário, enquanto o segundo também prioriza a reivindicação política pelo direito de circular. — A alternativa reduz os dois textos à pauta política do protesto e desconsidera que o segundo valoriza experiências individuais, sensações e relatos emocionados.
Dica de resolução: compare os enfoques e o tom dos dois textos para identificar a diferença principal.
Questão 4: a dimensão humana de um protesto
Durante quatro dias, protestos ocorreram em várias capitais brasileiras. Uma emissora nacional informou, em boletim noturno, que cerca de 10 mil pessoas bloquearam avenidas principais. A reportagem apresentou os horários das manifestações, os efeitos no trânsito e as ações da polícia, oferecendo um panorama geral do acontecimento.
Em um blog comunitário, uma moradora relatou o cotidiano dos bairros periféricos durante os protestos: “Vi mães empunhar cartazes pedindo mudança, enquanto jovens reafirmavam esperança por dias melhores”. O relato também destacou as experiências dos participantes, suas emoções e as consequências das mobilizações para a comunidade.
Com base nos dois relatos, qual trecho apresenta uma abordagem jornalística que privilegia a dimensão humana dos protestos?
- ✅ A) O trecho que destaca experiências, emoções e consequências dos protestos para a comunidade — A dimensão humana do acontecimento é enfatizada quando o relato focaliza pessoas concretas, seus sentimentos, suas experiências e os efeitos do evento em sua vida cotidiana. No texto-base, essas características aparecem no blog comunitário, que apresenta a perspectiva de uma moradora e dos participantes dos bairros periféricos.
- ❌ B) O trecho que oferece um panorama geral dos protestos nas capitais — O panorama geral reúne informações amplas sobre localização, duração e características do acontecimento, mas não aprofunda a experiência dos participantes.
- ❌ C) O trecho que informa o número de participantes e os horários das manifestações — Esse trecho privilegia dados quantitativos e temporais, característicos de uma apresentação objetiva do acontecimento, e não a dimensão humana dos participantes.
- ❌ D) O trecho que relata a reação das autoridades aos bloqueios das avenidas — A referência às ações da polícia e à reação das autoridades apresenta o ponto de vista institucional sobre o evento, não a vivência cotidiana da comunidade.
- ❌ E) O trecho que descreve os bloqueios, o trânsito e as ações da polícia — Esse trecho concentra-se na dinâmica do evento e em seus efeitos operacionais, sem focalizar sentimentos, vivências ou perspectivas individuais.
Dica de resolução: identifique qual trecho destaca a dimensão humana e emocional do protesto.
Questão 5: manchetes alarmantes versus cobertura técnica
Por que manchetes alarmantes atraem tanto público? Um portal popular apresentou esta chamada: “Moradores aterrorizados relatam cenas de caos após enchentes devastadoras no Vale do Paraíba: 'Perdemos tudo!'”, seguida de relatos emocionais de vítimas e poucas menções a números oficiais. Em contraste, um jornal de referência noticiou: “Enchentes no Vale do Paraíba atingem 85% dos bairros, segundo Defesa Civil”, detalhando estatísticas, histórico de chuvas e medidas preventivas, sem depoimentos pessoais. Esses dois enfoques ilustram maneiras distintas de cobrir o mesmo evento.
Analise o texto-base e identifique qual elemento evidencia a diferença de enfoque entre as duas coberturas de mídia.
- ❌ A) A frequente referência a fontes oficiais no Texto A em oposição às citações de moradores no Texto B — O Texto B cita Defesa Civil e o Texto A traz relatos de moradores.
- ❌ B) O uso de linguagem formal e impessoal no Texto A em contrapartida ao registro coloquial e subjetivo no Texto B — O Texto A tem tom coloquial e emotivo, e o Texto B adota linguagem formal.
- ❌ C) O emprego de explicações detalhadas de contexto no Texto A em detrimento da descrição de emoções no Texto B — O contexto estatístico detalhado está no Texto B, e as emoções aparecem no Texto A.
- ❌ D) A predominância de depoimentos em primeira pessoa no Texto B em vez da apresentação de dados numéricos no Texto A — Os depoimentos pessoais ocorrem no Texto A e os dados no Texto B.
- ✅ E) A presença de depoimentos pessoais com linguagem emotiva no Texto A em contraste com o uso de estatísticas quantitativas no Texto B — O Texto A foca em relatos emocionais de vítimas, enquanto o Texto B prioriza dados numéricos e oficiais.
Dica de resolução: compare os elementos de linguagem e enfoque dos dois textos para identificar a diferença principal.
Questão 6: impactos sociais e econômicos de um rio poluído
Folhas secas e galhos arrastados pela correnteza revelavam consequências visíveis da tensão ao redor do Rio Turiaçu. Moradores ribeirinhos erguiam faixas reivindicando medidas de contenção de esgoto, enquanto barcos de carga reduziam a velocidade, impactados pela qualidade da água. Dois veículos locais publicaram reportagens na mesma manhã.
Trecho A — Portal Comunitário: “As famílias dependentes da pesca artesanal enfrentam risco iminente de perda de renda devido ao despejo irregular de resíduos, que ameaça seu sustento e a biodiversidade do rio.”
Trecho B — Jornal Econômico: “A desvalorização dos frigoríficos instalados nas margens pode gerar prejuízos milionários ao setor de transporte fluvial, comprometendo investimentos na infraestrutura portuária.”
Considerando as informações apresentadas nos dois trechos, qual é a principal diferença de enfoque adotada pelos veículos de comunicação?
- ✅ A) Enfatizar, no Trecho A, os efeitos sobre as famílias ribeirinhas e a biodiversidade; e, no Trecho B, os prejuízos econômicos para empresas e infraestrutura portuária. — O Trecho A destaca a perda de renda das famílias que dependem da pesca artesanal e a ameaça à biodiversidade do rio, priorizando consequências sociais e ambientais. O Trecho B concentra-se na desvalorização dos frigoríficos, nos prejuízos ao transporte fluvial e nos investimentos na infraestrutura portuária, priorizando consequências econômicas e empresariais.
- ❌ B) Enfatizar, no Trecho A, a biodiversidade do rio; e, no Trecho B, a qualidade da água como causa dos prejuízos ao transporte fluvial. — A biodiversidade aparece no Trecho A, mas o Trecho B não desenvolve a qualidade da água como seu enfoque principal. O foco desse trecho está na desvalorização dos frigoríficos e nos prejuízos econômicos e estruturais.
- ❌ C) Enfatizar, nos dois trechos, as perdas de renda provocadas pela crise na pesca artesanal e no transporte fluvial. — O Trecho A menciona a perda de renda das famílias da pesca artesanal, mas o Trecho B fala em prejuízos ao setor de transporte fluvial e em investimentos portuários, sem tratar de perda de renda da pesca.
- ❌ D) Enfatizar, no Trecho A, os prejuízos para empresas e infraestrutura portuária; e, no Trecho B, os efeitos sobre as famílias ribeirinhas e a biodiversidade. — Este distrator inverte os enfoques atribuídos aos veículos. O Trecho A menciona famílias dependentes da pesca e biodiversidade, enquanto o Trecho B menciona frigoríficos, transporte fluvial e infraestrutura portuária.
- ❌ E) Enfatizar, nos dois trechos, os efeitos ambientais do despejo de resíduos sobre o Rio Turiaçu e sua biodiversidade. — A ameaça à biodiversidade e o despejo irregular de resíduos aparecem no Trecho A, mas não estruturam o Trecho B. Este trata de desvalorização, prejuízos, transporte e infraestrutura portuária.
Dica de resolução: compare os enfoques dos dois trechos focando nos impactos sociais e econômicos.
Para fechar: próximos passos
Se você quer aplicar essa habilidade com mais calma, comece pelo mural de enfoques e vá aumentando a complexidade ao longo do bimestre. Para ver todas as questões que o acervo reúne para este código, acesse a consulta completa do código EM13LP42. Se quiser montar sua própria prova com base nesse tema, use o gerador de provas do GeraProva, e se ainda não tem conta, o cadastro grátis leva poucos minutos.
As questões deste texto servem de apoio ao seu planejamento. Revise sempre os gabaritos com o seu olhar de professor antes de aplicar em avaliações oficiais.
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Fontes
- Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Ministério da Educação: basenacionalcomum.mec.gov.br
- Questões do acervo GeraProva sobre Protocolos de leitura, com resolução comentada e análise de cada alternativa.
