Atividades de Apreciação e réplica para o 9º ano com gabarito
Reuni questões de Apreciação e réplica para o 9º ano com gabarito comentado e sugestões de trabalho em sala. O foco está na leitura de opiniões, propósitos e recursos expressivos em textos sobre arte e participação social.
Na minha experiência de sala de aula, Apreciação e réplica é um dos conteúdos de Língua Portuguesa do 9º ano que mais exige do aluno uma leitura atenta. Quase sempre ele chega achando que basta entender o texto por cima para responder, e é aí que as provas começam a dar problema. O texto traz uma opinião, e o aluno precisa perceber de onde ela vem e o que ela defende.
Por isso, neste artigo eu organizo o que o aluno precisa dominar, onde ele costuma errar e como eu trabalharia o tema em sala. No final, você encontra 8 questões prontas com gabarito comentado, para aplicar ou adaptar do seu jeito.
O que o aluno de 9º ano precisa saber sobre Apreciação e réplica
Apreciação e réplica é o conteúdo que trata da avaliação que um texto faz sobre algo (apreciação) e da forma como o leitor ou o outro interlocutor responde a essa avaliação, concordando, discordando ou ampliando a ideia (réplica). No 9º ano, o foco é reconhecer, nos textos, os recursos linguísticos que expressam opinião, como adjetivos valorizadores, escolhas de palavras e a própria organização das ideias. O aluno precisa identificar a posição do autor, separar fato de avaliação e perceber se a opinião é favorável, crítica ou neutra. Também é importante que ele entenda que a réplica não é necessariamente uma briga: pode ser uma complementação, uma pergunta ou uma outra leitura do mesmo fenômeno. Quando o aluno domina isso, ele consegue ler textos de opinião, reportagens e postagens com muito mais segurança.
O que ele precisa saber antes
Antes de chegar nessas questões, o aluno precisa dominar a interpretação de texto em geral, conseguindo localizar informações explícitas e inferir o que não está dito de forma direta. Também é essencial que ele saiba identificar a opinião de um autor, reconhecendo quando o texto apresenta um julgamento de valor. Sem essa base, a discussão sobre apreciação vira apenas um chute entre alternativas parecidas. Vale revisar, antes da prova, a função social da arte e de espaços como o público e o urbano, porque vários textos de apreciação usados em avaliações tratam justamente desses temas.
Onde os alunos mais erram
O erro mais recorrente que eu vejo é confundir a opinião do autor com crítica ou indiferença. O aluno lê um texto que valoriza uma iniciativa e entende que ele está criticando, ou simplesmente acha que o texto é neutro. Em questões de comunidade e intervenção urbana, a alternativa que apenas embeleza o espaço costuma atrair quem lê rápido, porque parece coerente, mas ignora os objetivos sociais que o texto deixa claros.
Outro erro típico é escolher uma alternativa que reflete um aspecto secundário do texto no lugar do propósito principal. Quando o aluno acha uma palavra do texto dentro da alternativa, tende a marcá-la sem verificar se ela expressa a ideia central. Também aparece muito a confusão entre arte urbana e vandalismo: o aluno que traz uma visão pré-formada sobre o grafite tende a rejeitar uma opinião favorável que está no texto. Por fim, muitos alunos não percebem que termos como adjetivos positivos são justamente os marcadores de apreciação, e acabam tratando-os como descrições neutras.
Como trabalhar em sala
Primeiro, eu peço que os alunos leiam um texto de opinião curto e marquem, com lápis de cor, as palavras que mostram avaliação. Depois de fazer isso, eles discutem em duplas se o autor é favorável, crítico ou neutro e por quê. É uma atividade rápida e não exige nada além de cópias do texto.
Em segundo lugar, eu trabalho com o recurso da réplica: depois de ler uma postagem ou um comentário, os alunos escrevem uma resposta que concorda, discorda ou acrescenta algo, justificando cada posição com um trecho do texto original. Isso treina a leitura atenta e a argumentação ao mesmo tempo.
Terceiro, uso a comparação entre dois textos sobre o mesmo tema, um favorável e outro crítico, para que os alunos percebam como a escolha de palavras muda a apreciação. Quarto, peço que eles reescrevam uma frase neutra transformando-a em uma apreciação positiva e depois negativa, o que deixa muito claro o efeito das escolhas lexicais. Por fim, faço um fechamento em roda em que cada aluno explica em voz alta uma das suas respostas, o que ajuda a identificar quem ainda confunde opinião com fato.
Questões prontas de Apreciação e réplica para o 9º ano (com gabarito comentado)
A seguir estão as questões prontas para uso. Cada uma traz as alternativas com a marcação de acerto e a explicação do porquê de cada uma estar certa ou errada. Você também pode consultar as questões da habilidade EF69LP21 e as questões da habilidade EF89LP19 para ampliar a prática.
Questão 1: opinião do autor sobre intervenções artísticas comunitárias
Em uma praça de uma cidade brasileira, o Coletivo Canto Livre organizou uma pintura colaborativa no muro central. A ação reuniu 45 participantes, entre jovens e moradores mais velhos, que produziram grafites, fotografias e painéis com histórias de familiares. Sem patrocínio oficial, o projeto buscou transformar um muro sem uso em uma galeria a céu aberto, aproximar diferentes gerações, valorizar memórias da comunidade e estimular o sentimento de pertencimento ao espaço público.
Com base no texto, qual posição o autor assume sobre o papel das intervenções artísticas comunitárias?
- ❌ A) A valorização dessas intervenções como substituição das histórias comunitárias por produções visuais. — O texto informa que os desenhos dialogam com relatos e que as histórias são registradas em painéis de texto. As produções visuais complementam as narrativas, não as substituem.
- ❌ B) A valorização dessas intervenções como registro exclusivo das memórias dos moradores mais velhos. — O texto menciona relatos de moradores mais velhos, mas também destaca a participação dos jovens e o diálogo entre gerações. Portanto, não há exclusividade de um grupo na construção da memória.
- ✅ C) A valorização dessas intervenções como forma de fortalecer laços sociais. — O texto apresenta a pintura colaborativa como uma iniciativa capaz de aproximar gerações, preservar memórias da comunidade e estimular o pertencimento ao espaço público. Assim, a posição defendida é favorável às intervenções artísticas comunitárias, especialmente por sua capacidade de fortalecer relações sociais.
- ❌ D) A valorização dessas intervenções como atividade destinada principalmente à participação dos jovens. — Embora os jovens contribuam com grafites, a proposta reúne jovens e moradores mais velhos em uma produção colaborativa. O foco não está em um único grupo etário.
- ❌ E) A valorização dessas intervenções como recurso voltado apenas ao embelezamento do espaço público. — Esse distrator reduz a finalidade da iniciativa à transformação visual do muro, ignorando os objetivos sociais e culturais explicitamente apresentados no texto.
Questão 2: slogan que sintetiza o propósito do projeto de pintura comunitária
Em uma pesquisa realizada com jovens de um bairro periférico, 47% declararam ter participado, no último mês, de um projeto comunitário de pintura de muros. A iniciativa foi organizada para criar espaços de diálogo e fortalecer o sentimento de pertencimento à comunidade. Durante a atividade, uma estudante afirmou: “Queríamos transformar paredes em um canal de expressão, onde cada traço contasse nossa história”. Os organizadores também destacaram que o grafite, embora muitas vezes associado ao vandalismo, pode funcionar como instrumento de participação cultural não institucionalizada, aproximando moradores e estimulando a reflexão sobre problemas locais.
Com base no texto, selecione o slogan que melhor sintetiza o propósito dos jovens ao participar do projeto de pintura comunitária.
- ✅ A) Use o grafite para dar voz à comunidade — O slogan correto reúne as ideias centrais do texto: o grafite como forma de expressão coletiva, criação de diálogo, participação cultural e fortalecimento da comunidade. As demais alternativas se apoiam em elementos presentes no texto, mas distorcem, restringem ou invertem o propósito da iniciativa.
- ❌ B) Use o grafite para denunciar somente problemas locais — Este distrator restringe indevidamente a finalidade da atividade. O texto menciona a reflexão sobre problemas locais, mas também destaca expressão, pertencimento, aproximação e participação cultural.
- ❌ C) Use o grafite para institucionalizar a participação cultural — Este distrator contradiz uma informação explícita do texto: a iniciativa é apresentada como uma forma de participação cultural não institucionalizada.
- ❌ D) Use o grafite para substituir o diálogo entre moradores — Este distrator inverte a relação indicada no texto. A pintura deveria criar um espaço de diálogo, e não eliminar ou substituir a conversa entre os moradores.
- ❌ E) Use o grafite para expressar apenas histórias individuais — Este distrator comete o erro de individualizar uma iniciativa apresentada como coletiva. O texto menciona a história da comunidade e o diálogo entre moradores, não apenas experiências pessoais isoladas.
Questão 3: posição do autor sobre a arte urbana como participação social
Quem pensa que um muro abandonado não pode se transformar em espaço de diálogo comunitário precisa revisitar o exemplo da Vila Nova. Lá, moradores e artistas locais uniram esforços para pintar uma série de murais que abordam temas como igualdade de gênero e preservação ambiental. A iniciativa ganhou repercussão nas redes sociais, com a hashtag #MuroVivo alcançando milhares de compartilhamentos. Em uma publicação recente, a artista Lia Souza afirmou: “Para mim, a arte urbana é voz de quem não tem palanque, convite ao diálogo e à reflexão sobre questões que afetam a todos.”
Analise o texto-base e identifique a alternativa que expressa corretamente a posição do autor sobre a arte urbana como prática de participação social.
- ❌ A) Reconhecer a arte urbana como iniciativa restrita a artistas profissionais sem espaço para a participação popular. — Contrapõe-se ao texto, pois este mostra envolvimento de moradores e troca de ideias coletivas.
- ❌ B) Reconhecer a arte urbana como método de divulgação institucional de pautas governamentais. — Desvincula a prática de sua natureza não institucionalizada e comunitária, em desacordo com o texto.
- ❌ C) Reconhecer a arte urbana como ato de vandalismo que impõe opinião sem debate. — Contraria a posição afirmada no texto, que valoriza o diálogo e não a imposição.
- ✅ D) Reconhecer a arte urbana como prática que dá voz a quem não tem palanque, incentivando diálogo comunitário. — Reflete a ideia de Lia Souza de que a arte urbana amplia a voz de grupos sem espaços institucionais e promove o diálogo.
- ❌ E) Reconhecer a arte urbana como forma de expressão puramente estética sem relação com questões sociais. — Ignora o aspecto social e crítico destacado no texto, que aborda igualdade e meio ambiente.
Questão 4: como o autor expressa seu posicionamento sobre o grafite
Por que as paredes do centro histórico ganharam cores vibrantes e mensagens de protesto acompanhadas de traços artísticos? Moradores e visitantes relatam que as intervenções de grafite têm transformado o ambiente: expressam críticas sociais, homenageiam lideranças comunitárias e provocam debates sobre patrimônio e liberdade de expressão. Em relatos nas redes, circulam termos elogiosos como “revigorante” e “inspirador” para descrever as pinturas, enquanto algumas vozes ainda consideram o grafite um ato de desordem. Em assembleia informal, jovens artistas defenderam a ação como forma legítima de participação cidadã, destacando o poder simbólico das cores e palavras na ocupação do espaço público.
Analise o texto-base e identifique como o autor expressa seu posicionamento em relação às intervenções de grafite descritas?
- ✅ A) Uso de adjetivos valorizadores que indicam avaliação positiva das pinturas — O autor emprega termos como “revigorante” e “inspirador” para manifestar apreciação das intervenções.
- ❌ B) Apresentação de estatísticas sobre danos ao patrimônio para reprovar as pinturas — Não há dados estatísticos sobre prejuízos, e sim avaliações subjetivas das intervenções.
- ❌ C) Uso de verbos no imperativo que incentivam a repressão das manifestações — Não há no texto ordens ou apelos para inibir ou punir os grafiteiros.
- ❌ D) Omissão de juízos de valor ao apresentar apenas relatos de descontentamento — O texto inclui explicitamente opiniões favoráveis, não apenas críticas ou descontentamentos.
- ❌ E) Emprego de termos técnicos que descrevem o processo de pintura de forma neutra — O texto não aplica jargões técnicos nem se restringe à descrição objetiva do grafite.
Questão 5: estratégia comunicativa do coletivo UrbanoVoz
“A parede fala por nós”, escreveu o coletivo UrbanoVoz em um trecho de grafite no Centro da cidade. Desde janeiro, mais de 50 muros exibem poemas críticos sobre o aquecimento global, acompanhados das hashtags #ClimaJusto e #VerdeAgora. Segundo relatório municipal de 20 de abril de 2025, embora não haja autorização oficial para as intervenções, as obras atraem turistas e ativistas e provocam debates nas redes sociais sobre o papel da arte de rua no protesto e no engajamento coletivo.
Com base no texto, identifique a estratégia comunicativa empregada pelo coletivo UrbanoVoz para posicionar-se em relação às mudanças climáticas.
- ❌ A) Realizar intervenções sem autorização oficial para contestar decisões do poder público. — Esse elemento aparece no texto como uma condição das obras, mas não constitui a estratégia comunicativa usada para tratar das mudanças climáticas. A ausência de autorização descreve a situação legal das intervenções.
- ❌ B) Atrair turistas e ativistas aos muros para ampliar a circulação das obras. — A atração de turistas e ativistas é apresentada como uma consequência das intervenções, não como o procedimento comunicativo central adotado pelo coletivo.
- ❌ C) Exibir mais de cinquenta obras em diferentes muros do Centro da cidade. — A quantidade de muros e a localização das obras caracterizam o alcance e a dimensão da ação, mas não explicam o modo como a mensagem sobre as mudanças climáticas é construída.
- ✅ D) Utilizar poemas críticos em muros, associados a hashtags, para estimular o engajamento coletivo. — O texto informa que o coletivo utiliza grafites com poemas críticos sobre o aquecimento global e hashtags como #ClimaJusto e #VerdeAgora. Esses recursos combinam linguagem artística e mobilização nas redes sociais para expressar uma posição sobre as mudanças climáticas e incentivar o engajamento coletivo.
- ❌ E) Provocar debates nas redes sociais sobre o papel da arte de rua. — Os debates nas redes sociais também são descritos como uma repercussão das obras. O texto não afirma que o coletivo tenha promovido debates como sua estratégia principal.
Questão 6: a função da arte urbana na perspectiva do coletivo
Diariamente, o Coletivo Cinco Sentidos cobre muros abandonados com murais que discutem saúde mental e convivência comunitária. Para seus integrantes, a rua torna-se um espaço de debate público, onde cada pincelada representa uma voz que não encontra eco em instituições formais. A ação artística emerge, assim, como um convite à reflexão coletiva, uma experiência sensorial que transforma o cenário urbano em plataforma de diálogo e engajamento.
A partir do texto-base, identifique a alternativa que expressa de modo análogo a perspectiva dos integrantes do coletivo sobre a função da arte urbana.
- ❌ A) Expor pinturas em galerias como forma de elevar o prestígio dos artistas locais. — Enfatiza instituições formais e prestígio, ao contrário da ação de rua crítica do coletivo.
- ❌ B) Produzir documentários para registrar o cotidiano dos grafiteiros em ateliês. — Registra em ambiente fechado, não valoriza a intervenção direta no espaço urbano.
- ✅ C) Transformar praças em palcos improvisados para estimular a participação dos moradores. — Reproduz a ideia de usar espaços públicos e a arte como convite ao debate e engajamento comunitário.
- ❌ D) Criar workshops em centros culturais para ensinar técnicas de grafite a jovens. — Embora promova arte, se ancora em centros culturais institucionais, não nas ruas.
- ❌ E) Enaltecer festivais de música para que todos possam apreciar eventos oficiais. — Foca em eventos formais, mas o texto valoriza práticas não institucionais de rua.
Questão 7: elemento que evidencia a abrangência dos signatários
Dados ilustrativos: Em plataforma de petições on-line, foi criado o abaixo-assinado “Silêncio no bairro Jardim das Flores”, endereçado à administração municipal. Na página, constam 342 moradores identificados com nome, ocupação e rua de residência. Entre os signatários, destacam-se Maria Silva (professora, Rua das Acácias), João Pereira (estudante, Rua dos Jasmins) e o Grupo de Protetores do Sossego Local. No corpo do texto, os autores solicitam à prefeitura a instalação de barreiras sonoras ao longo da avenida principal, argumentando que o excesso de ruído prejudica a saúde e o bem-estar da comunidade.
Analise o texto-base e identifique o elemento que evidencia a abrangência dos signatários na petição:
- ❌ A) A menção ao Grupo de Protetores do Sossego Local — Refere-se a um dos signatários, mas não indica a abrangência total.
- ❌ B) O destinatário administração municipal — Indica quem recebe a petição, não a amplitude dos signatários.
- ❌ C) A solicitação de instalação de barreiras sonoras — Aponta o pedido feito, sem revelar o alcance ou número de apoiadores.
- ✅ D) O número de 342 moradores identificados na plataforma — O quantitativo de assinaturas e a identificação dos moradores demonstram a extensão dos signatários.
- ❌ E) O título “Silêncio no bairro Jardim das Flores” — Apresenta o tema e a localidade, mas não quantifica os apoiadores.
Questão 8: onde ocorre a identificação dos signatários
Quem não quer ruas mais seguras para pedestres? Petição: Ampliar calçadas no Centro Histórico
Solicitamos à prefeitura a ampliação das calçadas com piso tátil e sinalização adequada, considerando o crescente fluxo de turistas e moradores. Cientes da importância de oferecer espaço acessível a todos, apresentamos sugestões técnicas para o projeto de requalificação urbana. Nossa proposta inclui nivelamento, instalação de rampas e remoção de obstáculos.
Assinam esta petição: Clube de Ciclistas de BH, Instituto de Acessibilidade Urbana e 350 moradores da região.
Analise, a partir do texto-base, a forma de organização da petição on-line apresentada. Em que trecho ocorre a identificação dos signatários?
- ❌ A) Considerando o crescente fluxo de turistas e moradores — Esse fragmento contextualiza a motivação, não identifica os signatários.
- ❌ B) Nossa proposta inclui nivelamento, instalação de rampas e remoção de obstáculos — Esse enunciado descreve ações sugeridas, não apresenta os signatários.
- ❌ C) Cientes da importância de oferecer espaço acessível a todos, apresentamos sugestões técnicas — Aqui há justificativa e sugestões, não a identificação dos signatários.
- ✅ D) Assinam esta petição: Clube de Ciclistas de BH, Instituto de Acessibilidade Urbana e 350 moradores da região — É o segmento que lista explicitamente os signatários da petição on-line.
- ❌ E) Solicitamos à prefeitura a ampliação das calçadas com piso tátil e sinalização adequada — Esse trecho traz o pedido principal, não a lista de signatários.
Fechamento e próximos passos
Para fechar, minha sugestão é começar pela leitura guiada: escolha um texto de opinião da semana, peça que os alunos marquem as palavras avaliativas e só depois respondam às questões. Você pode montar sua própria prova com o gerador de provas do GeraProva, que cria questões de Apreciação e réplica alinhadas à BNCC em poucos minutos. Se ainda não usa a plataforma, faça seu cadastro grátis e experimente.
As questões deste artigo servem de ponto de partida e podem ser adaptadas à realidade da sua turma. Confira sempre o gabarito antes de aplicar e, se quiser gerar novas versões, o GeraProva está aqui para ajudar.
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Fontes
- Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Ministério da Educação: basenacionalcomum.mec.gov.br
- Questões do acervo GeraProva sobre Apreciação e réplica, com resolução comentada e análise de cada alternativa.
